Esposa de policial nega crime e diz acreditar que ele esteja vivo
Soldado desapareceu na manhã do dia 1º de agosto. Esposa foi presa dentro de casa, em um conjunto de apartamentos.

Soldado desapareceu na manhã do dia 1º de agosto. Esposa foi presa dentro de casa, em um conjunto de apartamentos.
Em depoimento prestado à Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) nesta sexta-feira (12), a esposa do policial militar Rodrigo Federizzi, Ellen Federezzi, negou ter cometido o assassinato dele. Questionada sobre o desparecimento, ela apenas afirmou que acredita que o marido está vivo. A informação foi confirmada no começo da tarde deste sábado (13) pelo advogado da família de Rodrigo, Reinaldo Vinicius Gonçalves Vieira.
Para o advogado, o mais importante no momento ainda é descobrir o paradeiro de Rodrigo. “O mais importante, que chegou até chegou a ser ventilado equivocadamente, é que ela não afirmou em nenhum momento que ele está morto. Então as buscas continuam”, disse o advogado.
Informações repassadas à Banda B dá sexta-feira (13) dá conta de que Ellen comprou três malas de viagem dias antes do sumiço. Ellen segue presa suspeita de envolvimento no desaparecimento do marido. Na casa da família, a polícia encontrou vestígios de sangue em vários locais e também em um serrote. As manchas só apareceram por meio do uso de um produto chamado luminol, que evidencia manchas de sangue mesmo quando o local é lavado. A casa de Ellen e Rodrigo estava limpa. O caso segue cercado de mistério. A polícia trabalha para descobrir qual seria a motivação do suposto crime.
O pai de Ellen atendeu a um telefonema da reportagem na quinta-feira e, de forma breve, disse que jamais a filha faria uma coisa dessas. “Não sabemos de quase nada. Tá tudo com o advogado, mas jamais a minha filha seria capaz de um absurdo desse, de jeito nenhum. Ela sempre foi carinhosa com ele, com o filho, com a gente. Os dois tinham uma relação de dar inveja, não sei o que tá acontecendo”, disse o pai, chamado Ismael.
Desaparecimento
O soldado desapareceu na manhã do dia 1º de agosto. Segundo informações da família, Rodrigo saiu de casa às 10h30 e não voltou mais. Ele estava escalado para comparecer na Secretaria de Segurança Pública do Paraná, setor de monitoramento de tornozeleira eletrônica, e também não apareceu.
Ellen foi presa dentro de casa, em um conjunto de apartamentos. O mandado de prisão de dela é temporário, válida por 30 dias, e decretada pela 1ª Vara Criminal de Curitiba.
Informações da Rádio Banda B.





















