Clima e população influenciam combate ao Aedes | aRede
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Clima e população influenciam combate ao Aedes

Os quatro novos casos, positivados esta semana, foram notificados em março, receberam tratamento e passam bem.

Além das ações educativas trabalhadas nas escolas municipais e equipes de pontos estratégicos que inspecionam cemitérios, borracharias, ferro velhos e recicles
Além das ações educativas trabalhadas nas escolas municipais e equipes de pontos estratégicos que inspecionam cemitérios, borracharias, ferro velhos e recicles -

Ponta Grossa recebeu a confirmação do décimo caso de dengue autóctone (adquirido na cidade). O perfil das pessoas, que foram picadas pelo Aedes aegypti, tem variação entre 14 e 53 anos de idade, entre sexo feminino e masculino. Os quatro novos casos, positivados esta semana, foram notificados em março, receberam tratamento e passam bem.
A cidade tem 34 localidades com índices de infestação, porém todas as regiões recebem ações do departamento de Zoonoses da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Parcerias já ajudaram e continuam auxiliando nas atividades de combate ao Aedes, porém o papel dos cidadãos é essencial na luta contra o mosquito. “É importante ressaltar que as pessoas devem continuar seguindo essas orientações, porque os riscos das doenças continuam”, explica a coordenadora municipal do Programa Nacional de Combate a Dengue, Priscila Alves.
Os técnicos e agentes de endemias trabalham todos os dias eliminando focos e orientando a população. “São cinco equipes, com 8 a 10 agentes de endemias, que acompanham a proliferação da larva do mosquito”, comenta a coordenadora.
 
Combate
Ponta Grossa está dividida em 56 localidades. Além das ações educativas trabalhadas nas escolas municipais e equipes de pontos estratégicos que inspecionam cemitérios, borracharias, ferro velhos e recicles. “Todo cidadão, independente de idade ou classe econômica, pode e deve contribuir para evitar a disseminação do mosquito e, assim, colaborar para combater a dengue”, diz Priscila.
Do total de larvas do mosquito, entre 40% e 49% são encontrados em lixos domésticos.    É importante destacar que todos os departamentos da SMS estão envolvidos no combate ao mosquito. “Se alguém encontrar focos do mosquito, pode entrar em contato pelo telefone da zoonoses ou pela Ouvidoria da Saúde, que as equipes serão encaminhadas até o local”, esclarece o médico veterinário e gerente de controle da Zoonoses, Leandro Inglês. Ele ainda destaca que, se os moradores preferirem, podem levar até a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima da sua residência, deixando seu endereço. A UBS enviará todo o material para o departamento de zoonoses.
A população pode entrar em contato para tirar dúvidas e fazer denúncias pelos telefones 3901-1485 ou 0800-643-9595.

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