Festival terá embaixadora da ONU e contadores de histórias internacionais

Abordando as temáticas ‘Ancestralidade e Diversidade Cultural’, o evento terá um intercâmbio de interpretações, reunindo contos japoneses, holandeses, alemães suábios, ucranianos, poloneses, latino-americanos, africanos e afro-brasileiros. -
As histórias se manifestam de diversas formas de expressão cultural, através de tudo aquilo que nos sensibiliza, nos cativa e nos encanta. Repositório de culturas e tradições, podem significar o reviver do passado ou a projeção de utopias, afirmação da identidade particular de um grupo e inserção na sociedade global, expressão de alegria e de indignação. Todas estas afirmações poderão ser conferidas na terceira edição do Festival Nacional de Contadores de Histórias, que começa na próxima segunda-feira, 18, e segue até o dia 20 de abril. Realizado pela Prefeitura de Ponta Grossa, através da Fundação Municipal de Cultura, e pelo Núcleo de Contadores de Histórias, o evento terá a participação de renomados profissionais internacionais e nacionais. A programação completa por ser conferida no www.culturapg.com.br. As atividades programadas, abertas para professores, formação de docentes, profissionais afins, grupos de leitura e literatura, com inscrições no saguão do Cine-Teatro Ópera, trarão as contribuições da Embaixadora da ONU para os Povos Indígenas, a escritora e contadora Eliane Potiguara; pelo escritor e griot - contador tradicional - Ikechukwu Sunday Nkeechi, da Nigéria; pela origamista Irene Mitsue Tanabe; pela escritora latino-americana Gloria Kirinus, do Peru; pelo pesquisador afro-brasileiro Macedo Griot; pela coordenadora da Câmara Mineira do Livro, a escritora Rosana Mont´Alverne; e pelo arte-educador Lucas Buchile. Abordando as temáticas ‘Ancestralidade e Diversidade Cultural’, o evento terá um intercâmbio de interpretações, reunindo contos japoneses, holandeses, alemães suábios, ucranianos, poloneses, latino-americanos, africanos e afro-brasileiros. Segundo o curador do evento, o assistente cultural Alfredo Mourão, isto representa um processo de integração essencial para o fortalecimento de princípios e valores culturais. “A proposta é promover a democratização da cultura, estabelecendo relações construtivas com a comunidade, identificando nossas raízes por sua própria essência e conduzindo diferentes olhares sobre as etnias e as estéticas populares”, afirma.





















