PG está saindo da cultura do improviso para uma de planejamento
Conselheiro, historiador entende que 'Banco de Projetos' é um avanço que pode garantir políticas públicas permanentes para a cidade

O conselheiro da área de História do Grupo aRede, Niltonci Batista Chaves, acredita que a criação do 'Banco de Projetos' de Ponta Grossa tem como significado uma transição: de uma cultura do improviso para uma de planejamento - o debate é referente a uma reportagem especial do Portal aRede.
Para ele, a história política da cidade é marcada por hiatos de continuidade. O professor explica que bons projetos já foram encerrados por motivações políticas. Logo, o desenvolvimento do 'Banco' é importante para o futuro de Ponta Grossa.
Por fim, o historiador entende que a iniciativa pode garantir políticas públicas permanentes, porém, são necessárias três 'diretrizes': respaldo técnico; impacto social; e transparência no que se propõe a fazer.
Assista abaixo à opinião de Niltonci, que é historiador, doutor em Educação, professor, presidente da Associação dos Museus da Região dos Campos Gerais e diretor do Museu Campos Gerais (MCG):
Conselho da Comunidade
Composto por lideranças representativas da sociedade, não ocupantes de cargo eletivo, totalizando 14 membros, a iniciativa tem o objetivo de debater, discutir e opinar sobre pautas e temas de relevância local e regional, que impactam na vida dos cidadãos, levantados semanalmente pelo Portal aRede e pelo Jornal da Manhã, com a divulgação em formato de vídeo e/ou artigo.
Conheça mais detalhes dos membros do 'Conselho da Comunidade' acessando outras notícias sobre o projeto.
Leia abaixo um resumo do artigo
- Transição Cultural: a criação do Banco de Projetos simboliza uma mudança de mentalidade na gestão pública local. Segundo o historiador, a cidade está saindo de uma "cultura do improviso" para adotar uma cultura de planejamento, permitindo que o desenvolvimento de Ponta Grossa seja pensado a longo prazo e não apenas para o próximo mês;
- Combate à Descontinuidade Política: Niltonci destaca um problema histórico: o "hiato de continuidade". No passado, projetos tecnicamente viáveis e benéficos eram frequentemente engavetados por motivações políticas em trocas de governo. O Banco de Projetos surge como uma ferramenta para blindar essas iniciativas e garantir que boas ideias sobrevivam aos mandatos;
- Os Três Pilares da Permanência: para que a iniciativa não seja apenas "papel guardado" e se transforme em política pública permanente, o historiador defende três diretrizes fundamentais: respaldo técnico (viabilidade real), impacto social (benefício direto à população) e transparência total em todas as etapas de proposição e execução.
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