Caminhada em prol da Luta Antimanicomial percorre ruas de Castro
A Caminhada percorreu ruas centrais da cidade, embalada pela Fanfarra do Colégio Vespasiano Carneiro de Mello

"Trancar não é tratar". A '8ª Caminhada do Orgulho Louco', organizada pelo CAPS de Castro, reuniu cerca de 250 pessoas nessa quinta-feira (28). O evento ocorreu em prol do mês da Luta Antimanicomial, que acontece em maio.
A Caminhada percorreu ruas centrais da cidade, embalada pela Fanfarra do Colégio Vespasiano Carneiro de Mello. Os participantes carregaram faixas e cartazes com frases relacionadas à campanha. Também houve distribuição de panfletos para os munícipes.
Mery Chacon, professora de oficina terapêutica do CAPS e organizadora do evento, destaca que o objetivo da Caminhada é integrar os pacientes à comunidade. “Essa caminhada visa toda a quebra de preconceito, para que nossos usuários sejam vistos e estejam integrados à sociedade. É uma forma de lutar contra todo tratamento que os exclua da liberdade”, destaca.
“Queremos construir uma política pública de saúde mental baseada na humanização e essa caminhada se caracteriza pelo respeito aos direitos das pessoas em sofrimento mental”, reforça o secretário de Saúde, Matilvani Moreira.
O que é a campanha?
A luta antimanicomial é uma campanha de saúde mental que defende o fim do modelo de tratamento baseado em manicômios. A ideia central é que pessoas com transtornos mentais devem ser tratadas com dignidade, convivendo em sociedade e tendo acesso a cuidados de saúde, trabalho, cultura e afeto.
RESUMO
Objetivo da caminhada: Organizada pelo CAPS de Castro nesta quinta-feira (28), a "8ª Caminhada do Orgulho Louco" reuniu cerca de 250 pessoas em prol do mês da Luta Antimanicomial. O objetivo principal do evento foi integrar os pacientes à comunidade, combater o preconceito e defender tratamentos que não excluam a liberdade dos usuários.
Ações e mobilização: O ato percorreu as ruas centrais da cidade com o apoio da Fanfarra do Colégio Vespasiano Carneiro de Mello. Durante o trajeto, os participantes utilizaram faixas e cartazes com mensagens da campanha e distribuíram panfletos informativos para a população local.
Foco na humanização: Alinhada aos princípios da luta antimanicomial, que defende o fim do tratamento baseado no isolamento em manicômios, a organização do evento e a Secretaria de Saúde reforçaram a necessidade de construir políticas públicas pautadas na dignidade, no afeto e no respeito aos direitos das pessoas em sofrimento mental.
Com informações da assessoria de imprensa.





















