Região tem treze empresas entre as 500 maiores do Sul

Publicação traz três cooperativas entre as cinco maiores empresas dos Campos Gerais

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Fernando Rogala

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A região dos Campos Gerais possui 13 empresas entre as 500 maiores do Sul do Brasil. O ranking, divulgado nesta quarta-feira, pela Revista Amanhã e PWC, traz três cooperativas da região entre as cinco maiores corporações regionais. Depois da Klabin, que lidera, o ranking traz a Cooperativa Castrolanda, de Castro, na segunda colocação, e a Frísia, de Carambeí em terceiro. Na quinta posição aparece a Capal, de Arapoti. Desse total, seis empresas estão sediadas em Ponta Grossa. O ranking é baseado no Valor Ponderado de Grandeza (VPG), que é um índice calculado através do resultado da soma de 50% do patrimônio líquido, 40% da receita líquida e 10% do lucro. O lançamento da publicação ‘Grandes & Líderes – 500 Maiores do Sul’ ocorreu na sede da Fiep, em Curitiba.

A Klabin, que fechou o ano passado um faturamento de R$ 5,6 bilhões, teve seu índice de VPG calculado em R$ 4,8 bilhões. O resultado coloca o grupo de papel e celulose como a 12ª maior empresa do Sul. A Cooperativa Castrolanda, vice-líder regional, ocupa a 46ª posição no Sul do Brasil - após fechar 2015 com um faturamento de R$ 2,1 bilhões, obteve um VPG de R$ 1,3 bilhão. Já Cooperativa Frísia, por sua vez, figura como a 56ª maior empresa do Sul do país. Em 2015, o faturamento foi de R$ 1,8 bilhão, consolidando um VPG de R$ 1,07 bilhão. Ambas as cooperativas subiram no ranking, já que ocupavam as posições 49 e 59, respectivamente.

A quarta colocada foi a empresa Florestal Vale do Corisco, de Jagauriaíva, com um VPG de R$ 536 milhões, aparecendo na 104ª posição no ranking regional. Já a Capal é a quinta nos Campos Gerais e 109º no Sul, com um VPG de R$ 522 milhões. Também estão no ranking a Arauco, de Arapoti, na posição 192, e a Caminhos do Paraná, de Irati, na posição 332.

Empresas de Ponta Grossa

Das seis empresas ponta-grossenses o ranking traz a CCR Rodonorte como líder, ocupando a 136º posição do Sul. A empresa, que teve a receita líquida de 751 milhões em 2015, obteve um VPG de R$ 430 milhões. Na segunda posição aparece a Águia Participações, um holding que engloba a Águia Sistemas e a Águia Florestal. O grupo fechou 2015 com um faturamento de 224 milhões, e um VPG de R$ 175 milhões, classificando-se na 276ª posição no ranking nacional.  

A Princesa dos Campos, do ramo do transporte, é a terceira. A empresa está na posição 327 no Sul, com um VPG de R$ 132 milhões. Ao apresentar um índice de crescimento de 5,43%, subiu 11 posições na comparação dos dados com o ano anterior. Para o presidente da Princesa dos Campos, Florisvaldo Hudinik, o crescimento apresentado é reflexo do trabalho permanente visando a melhoria dos processos de gestão e o foco na qualidade. “Utilizamos ferramentas da governança corporativa para buscar a melhoria contínua. Este crescimento é resultado de um trabalho de toda a equipe da Princesa dos Campos. Nosso objetivo é continuar oferecendo um serviço de qualidade, garantindo a confiabilidade e a solidez da empresa", diz.

Na sequência aparecem a LP Brasil, na posição 372, com um VPG de R$ 105 milhões; a Tratornew na posição 429, com um VPG de R$ 82 milhões; e a construtora Merisa na posição 448, que obteve R$ 75 milhões no VPG.