Entidades entregam documento para coibir ações do MST | aRede
PUBLICIDADE

Entidades entregam documento para coibir ações do MST

Documento pede providencias do MP em relação ás ações do Movimento em Castro. Cerca de 150 famílias vivem em fazenda antes utilizada para estudos da Fundação ABC.

Imagem ilustrativa da imagem Entidades entregam documento para coibir ações do MST
-

Documento pede providencias do MP em relação ás ações do Movimento em Castro. Cerca de 150 famílias vivem em fazenda antes utilizada para estudos da Fundação ABC.

Sindicatos e um Organização Não-Governamental (ONG) protocolaram nesta quarta-feira (03), no Fórum de Castro, um documento solicitando providências do Ministério Público Estadual. O pedido refere-se à ação do Movimento do Trabalhadores Sem-Terra (MST) na Fazenda Capão do Cipó. O manifesto tem assinatura do Sindicato Rural, Sindicato do Comércio Varejista (Sindicastro), Associação Comercial e Empresarial (ACE), Ong Vigilantes da Gestão e Observatório Social.

O grupo também questiona outras ações, como o bloqueio da Avenida Ronie Cardoso, perímetro urbano da PR-340, com barreira de fogo – a estrada é a principal ligação com a Cooperativa Castrolanda, Bairros Rurais como Abapan, Socavão entre outros.

A promotora da Comarca de Castro, Larissa Camargo Honorato Santos, explica que os documentos que foram protocolados serão analisados e se for cabível irá tomar as medidas necessárias. “O documentos que recebemos hoje como noticias de fato, temos um prazo de trinta dias para análise e transformação em outro procedimento”, esclarece.

O presidente do Sindicato Rural de Castro Eduardo Medeiros, destaca que as entidades não procuram confronto. “Não somos contra a reforma agrária, porém este local não é passível para a reforma agrária. É um campo importante para a pesquisa que ajudou e ajuda no desenvolvimento da agropecuária. Temos ali também o Centro de Treinamento dos Produtores [CTP] que qualifica e dá eficiência na produção leiteira. Muito do que temos hoje no campo devemos as pesquisas ali desenvolvidas”, explica.

Um dos temores das entidades é que o espaço da invasão se torne um loteamento irregular próximo da cidade, pois no local estão montados mais de 150 construções irregulares com características de bairro urbano, tendo ruas e cercas.

Informações de Toninho Anhaia, da Assessoria de Imprensa.

PUBLICIDADE

Conteúdo de marca

Quero divulgar right