Paraná encerra safra de tabaco com recorde de 213,7 mil toneladas
Impulsionado por cinco anos seguidos de expansão de área, setor encerra a safra com alta de 7% no volume e reforça a segurança financeira da agricultura familiar por meio do sistema integrado

O Paraná encerrou oficialmente a sua safra de tabaco consolidando um marco histórico para o agronegócio estadual ao atingir a produção recorde de 213,7 mil toneladas de folhas. O volume superou em 7% o total colhido no ciclo de 2025, quando foram retiradas 199,7 mil toneladas das lavouras.
Esse desempenho sem precedentes é reflexo direto de um planejamento de longo prazo, visto que a área destinada ao cultivo no território paranaense registra incrementos sucessivos há cinco safras e alcançou a marca inédita de 86,8 mil hectares no período atual.
Toda essa matéria-prima foi processada e contabilizada após o encerramento da secagem nas estufas, atividade que ganha ritmo logo após o ápice da colheita no campo. Os dados constam no Boletim Conjuntural, divulgado na quinta-feira (25) pelo Departamento de Economia Rural (Deral).
Toda essa movimentação e a forte concentração das vendas influenciaram diretamente as cotações pagas aos produtores. Em maio de 2026, o preço médio do quilograma do tabaco fechou em R$ 18,71, o que representa uma retração de 3% na comparação com o valor praticado no mesmo mês do ano anterior, que era de R$ 19,22.
Apesar dessa leve queda nos preços de mercado, a cultura continua se mostrando muito mais vantajosa para as pequenas propriedades do que outras alternativas de cultivo, principalmente devido à grande estabilidade financeira promovida pelo consolidado sistema de integração da cadeia produtiva na agricultura familiar.
LEIA ABAIXO UM RESUMO DA NOTÍCIA
- Produção Recorde: O Paraná finalizou a safra de tabaco com a marca histórica de 213,7 mil toneladas de folhas, um crescimento de 7% em relação às 199,7 mil toneladas registradas em 2025.
- Área em Expansão: O resultado foi impulsionado pelo quinto ano consecutivo de aumento na área de cultivo, que atingiu o patamar inédito de 86,8 mil hectares no Estado.
- Estabilidade no Campo: Mesmo com o preço médio do quilo sofrendo uma redução de 3% em maio (fechando em R$ 18,71), o sistema integrado de produção garante que a cultura permaneça altamente vantajosa para a agricultura familiar.





















