Dinâmica no Sagrada Família conta com técnicas milenares
Sextos anos puderam mumificar maçã, além de reproduzirem escritas cuneiformes e hieroglíficas no Colégio de Ponta Grossa

Sextos anos puderam mumificar maçã, além de reproduzirem escritas cuneiformes e hieroglíficas no Colégio de Ponta Grossa
Resgatar práticas históricas e aplicá-las em sala de aula traz motivação no aprendizado dos alunos. Foram experiências do gênero que as turmas dos sextos anos do Colégio Sagrada Família, em Ponta Grossa, puderam desenvolver na disciplina de História. A professora Grazyelli Costa, que contou com o auxílio das colegas Carina e Rosiclea, destaca como foram as dinâmicas que envolveram as temáticas escritas antigas e mumificação.
“Os alunos desenvolveram, ao longo do segundo semestre, um trabalho no qual deveriam reproduzir diferentes formas de escritas antigas – cuneiforme e hieroglífica – em materiais semelhantes ao que se utilizava (na época), além da prática da mumificação de uma maçã. Ambas as atividades, escrita e mumificação, estão relacionadas às práticas desenvolvidas pelas antigas civilizações do Crescente Fértil”, aponta a educadora. O local, vale destacar, foi berço das primeiras civilizações, como os mesopotâmicos e sumérios.
Segundo relatam as três professoras, o objetivo da atividade era, através das aulas práticas, fazer os alunos perceberem como eram realizadas essas ações, com materiais mais próximos ao que eram utilizados, “além de desenvolver a percepção de como os achados arqueológicos que figuram nas imagens de seus livros são importantes, tanto pelo seu conteúdo, como por sua fragilidade ao resistirem por anos e anos às mais diferentes condições impostas pela natureza e pela humanidade”, conforme pontua Grazyelli.
“Foi muito legal representar as escritas egípcia e cuneiforme. Achei mais difícil a escrita suméria, mas gostei do resultado da minha letra. A experiência da maçã foi legal, consegui ver bem a mumificação dia após dia, no final do tempo necessário, e vi que deu várias mudanças”, pontou Zaion Vignoli Miyagi, um dos alunos que participou do trabalho.
Relatos destacam trabalho
Além de Azion, outros alunos também deram suas perspectivas acerca do tema. Entre eles, Heitor Mello de Lima, Ian Ferreira Freire Silva e Júlia Betim Hupalo. “Gostei muito das experiências. A minha favorita foi quando nós fizemos a escrita cuneiforme, foi muito legal fazer as letras e mexer na argila. Ela rachou, mas achei muito interessante saber como eles faziam na época”, pontua a estudante. “Eu consegui o resultado que esperava”, sinaliza Ian.
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