Grupo Philus consolida hub integrado de soluções ambientais | aRede
PUBLICIDADE

Grupo Philus consolida hub integrado de soluções ambientais

Com forte presença nos Campos Gerais, grupo reúne empresas, infraestrutura e tecnologias complementares para diferentes etapas da gestão de resíduos

A holding reúne empresas, tecnologias, infraestrutura e conhecimento técnico para atender a diferentes tipos de resíduos
A holding reúne empresas, tecnologias, infraestrutura e conhecimento técnico para atender a diferentes tipos de resíduos -

André Ribeiro

@Siga-me
Google Notícias facebook twitter twitter telegram whatsapp email

O desafio da gestão de resíduos mudou. Mais do que coletar e destinar, empresas, indústrias e municípios precisam identificar o que pode ser reciclado, reaproveitado, transformado em energia ou reinserido em novos ciclos produtivos.

É nesse cenário que o Grupo Philus vem consolidando, no Paraná, um hub integrado de soluções ambientais. A holding reúne empresas, tecnologias, infraestrutura e conhecimento técnico para atender a diferentes tipos de resíduos e conectar, de forma complementar, etapas de uma mesma cadeia de gestão.

A Zero Resíduos e a Ponta Grossa Ambiental estão entre os principais braços operacionais dessa estrutura. A integração entre as empresas amplia a capacidade do Grupo de atuar no armazenamento, coleta, tratamento, valorização, recuperação energética e destinação final ambientalmente adequada.

O conceito de hub parte justamente dessa complementaridade. Uma lâmpada fluorescente, resíduos de um hospital, entulho de construção, matéria orgânica ou rejeitos industriais possuem características completamente diferentes e, por isso, exigem rotas e tecnologias específicas.

Mais do que reunir soluções isoladas, o modelo busca conectá-las para definir a rota ambiental mais adequada para cada material e reduzir, sempre que tecnicamente possível, aquilo que precisa chegar à disposição final.

Um dos exemplos dessa estrutura está no CTR Vila Velha, empreendimento da Zero Resíduos em Teixeira Soares/PR. Na unidade, além da disposição dos resíduos, o empreendimento trata 100% do chorume e irá reaproveitar o biogás gerado naturalmente pela decomposição na produção de biometano.

Outra tecnologia é a biodigestão, voltada ao aproveitamento controlado da matéria orgânica. Em um biodigestor, resíduos são decompostos por microrganismos em um ambiente sem oxigênio, gerando biogás que pode ser utilizado como fonte de energia.

Embora relacionados, os processos são diferentes. No biodigestor, a produção do biogás ocorre de forma controlada a partir da matéria orgânica. No aterro sanitário, ele é resultado natural da decomposição dos resíduos no interior das células.

Tecnologias complementares para diferentes resíduos

A mesma lógica se aplica aos Resíduos da Construção Civil (RCC). Concreto, argamassa, blocos, tijolos e outros materiais provenientes de obras e demolições podem passar por triagem e processamento, permitindo que parte deles retorne à cadeia produtiva como material reciclado.

Nos Resíduos de Serviços de Saúde (RSS), o desafio está principalmente no risco sanitário. Materiais produzidos por hospitais, clínicas, laboratórios, consultórios e estabelecimentos veterinários precisam seguir procedimentos específicos de segregação, acondicionamento, coleta, tratamento e destinação.

Para esses tipos de operação, o Grupo mantém estruturas próprias e soluções de tratamento compatíveis com as características de cada resíduo e tecnologia.

Até mesmo as lâmpadas fluorescentes e de vapor metálico possuem uma rota específica. Por apresentarem componentes que exigem cuidados ambientais, elas precisam passar por descontaminação antes que os diferentes materiais possam ser corretamente encaminhados.

O Grupo também licenciou e opera um equipamento específico para esse processo, capaz de realizar a descontaminação e a separação controlada dos componentes, permitindo que materiais recuperáveis sigam posteriormente para reciclagem.

Entre as soluções de maior complexidade tecnológica está o Processo Integrado de Recuperação Energética de Resíduos, desenvolvido para aproveitar o potencial energético de materiais que já não possuem alternativas viáveis de reutilização ou reciclagem.

O sistema integra tecnologias como pirólise e gaseificação. Na pirólise, o material é submetido a temperaturas elevadas em condições de ausência ou baixa presença de oxigênio, provocando sua decomposição térmica. Na gaseificação, processos termoquímicos transformam parte desse material em gases com potencial energético.

A recuperação energética não substitui a reciclagem. Ela se apresenta como alternativa para resíduos que já tiveram esgotadas outras possibilidades de aproveitamento, evitando que materiais ainda capazes de gerar energia sejam automaticamente encaminhados ao aterro.

O portfólio do hub inclui ainda outras rotas de tratamento, como coprocessamento, tratamento de efluentes, gestão de resíduos perigosos e gerenciamento completo de resíduos dentro das instalações dos próprios clientes.

Integração para ampliar o aproveitamento dos resíduos

A força desse modelo está não apenas na diversidade de tecnologias disponíveis, mas na capacidade de integrá-las dentro de uma mesma estratégia de gestão.

Em vez de partir da pergunta sobre onde determinado material será descartado, a lógica é avaliar o que ainda pode ser recuperado, transformado ou valorizado antes da disposição final.

É essa complementaridade entre empresas, estruturas e rotas tecnológicas que sustenta o conceito de hub ambiental do Grupo Philus.

Dentro dessa estrutura, diferentes resíduos podem seguir para reciclagem, compostagem, biodigestão, descontaminação, tratamento, recuperação energética ou outras formas de valorização. A disposição em aterro permanece necessária para os rejeitos que não possuem alternativa técnica viável, mas representa a etapa final da cadeia, e não sua primeira resposta.

Ao reunir operações complementares, infraestrutura própria e diferentes tecnologias em um mesmo ecossistema, o Grupo Philus consolida seu posicionamento em soluções ambientais e reforça uma presença construída em Ponta Grossa, nos Campos Gerais e no Paraná. A Zero Resíduos e Ponta Grossa Ambiental formam os principais braços operacionais dessa estrutura, que combina capacidade operacional, conhecimento técnico e inovação para responder a demandas de empresas, indústrias, municípios e grandes geradores.

Para conhecer as soluções ambientais do Grupo Philus e entender qual a rota mais adequada para cada tipo de resíduo, empresas, indústrias, municípios e grandes geradores podem acessar www.grupophilus.com.br, entrar em contato pelo telefone (42) 3220-0300 ou pelo e-mail contato@grupophilus.com.br.

GALERIA DE FOTOS

  • A holding reúne empresas, tecnologias, infraestrutura e conhecimento técnico para atender a diferentes tipos de resíduos
    A holding reúne empresas, tecnologias, infraestrutura e conhecimento técnico para atender a diferentes tipos de resíduos
  • A holding reúne empresas, tecnologias, infraestrutura e conhecimento técnico para atender a diferentes tipos de resíduos
    A holding reúne empresas, tecnologias, infraestrutura e conhecimento técnico para atender a diferentes tipos de resíduos
  • A holding reúne empresas, tecnologias, infraestrutura e conhecimento técnico para atender a diferentes tipos de resíduos
    A holding reúne empresas, tecnologias, infraestrutura e conhecimento técnico para atender a diferentes tipos de resíduos

Confira um resumo da notícia

Novo modelo de gestão ambiental: O Grupo Philus atua no Paraná como um hub integrado de soluções ambientais por meio de braços operacionais como a Zero Resíduos e a Ponta Grossa Ambiental, focando na reciclagem, reaproveitamento e valorização de materiais em vez da simples destinação final.

Diversidade tecnológica: A holding aplica rotas específicas para cada tipo de material, incluindo tratamento de chorume e biometano no CTR Vila Velha, biodigestão de matéria orgânica, reciclagem de resíduos da construção civil, descontaminação de lâmpadas e processos de recuperação energética como pirólise e gaseificação.

Foco na redução de rejeitos: O ecossistema de soluções prioriza avaliar o potencial de reaproveitamento de resíduos industriais, hospitalares, comerciais e urbanos antes de encaminhar qualquer rejeito remanescente à disposição final em aterros sanitários.

CONTEÚDO DE MARCA

PUBLICIDADE