Mesmo contrariando a lei, flanelinhas seguem agindo
Há mais de dois anos, a atividade de flanelinha é proibida na cidade. No entanto, entre ser proibida na lei e virar realidade no papel há uma enorme distância. Quem costuma estacionar o carro em locais públicos da cidade já deve ter se deparado com o fato.
Ser abordado por um flanelinha ainda é costumeiro e o motorista fica no dilema de contribuir com algumas moedas ou correr o risco de ter o carro estragado. Não são poucos os locais que os flanelinhas atuam na cidade – bares, casas noturnas e praças são os espaços mais frequentados. Também não são raros os relatos de motoristas que se negaram a contribuir e encontraram os carros riscados e quebrados.
A responsável por fiscalizar a lei é a Guarda Municipal. Para o comandante da Guarda, Alessandro Macedo, a dificuldade está em conseguir encontrar o flanelinha no local – além dos cidadãos, muitas vezes, não esperarem a Guarda Municipal.
Entre a dificuldade em coibir e fiscalizar a legislação, o ponta-grossense continua convivendo com uma mais uma situação que é proibida no papel, mas rotineira na vida real.





















