"Nunca esperamos que aconteça com a gente", diz mãe de menino que sofreu possível abuso em escola | aRede
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"Nunca esperamos que aconteça com a gente", diz mãe de menino que sofreu possível abuso em escola

Em vídeo publicado nas redes sociais, a mãe da criança faz seu desabafo e alerta outras mães para que conversem com seus filhos

O caso está sendo investigado pelo de Ponta Grossa
O caso está sendo investigado pelo de Ponta Grossa -

Da Redação

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A mãe de um menino de três anos que teria sofrido abusdo em uma escola de Ponta Grossa, se pronunciou sobre o caso. Em um vídeo publicado nas redes sociais, a mãe da criança faz seu desabafo e alerta outras mães para que conversem com sesus filhos. Veja o vídeo completo:

VÍDEO
| Autor: Divulgação

Durante o vídeo, a mulher conta que quando foi buscar o filho na escola ele aparentava estar muito triste e contou para ela o que tinha acontecido. 

"Não estou conseguindo fechar o olho sem imaginar que isso pode estar acontecendo com outra criança. Nós procuramos todos os ógãos competentes e a mídia em um atentativa de acabar com isso que está acontecendo com nossas crianças. Nós procuramos uma escola segura justamente para isso não acontecer. Nós vemos nas notícias o tanto de coisas que acontecem com as crianças, mas nunca esperamos que vai acontecer com a gente". 

Ainda no vídeo, a mãe expressa sua revolta por não saber o que aconteceu e que no dia que ela, junto com o marido, foram conhecer a escola, a pessoa que apresentou a instituição passou a sensção de que a escola seria um lugar seguro para a criança. 

"A gente nunca espera uma situação dessa dentro de uma escola. Mas isso aconteceu com meu filho. Nós procuramos a delegacia, fizemos exames, procuramos a escola, que me falaram que as câmeras de seguramça não estavam funcionando". 

Por fim, a mãe ainda faz um alerta para outras mães.

"Conversem com as crianças, acreditem nas crianças. Eu não desejo que nenhuma mãe passe pelo o que eu estou passando. Nós vamos procurar ajuda para que meu filho consiga passar por tudo isso. E o mais revoltante é que a escola não sabe o que aconteceu. Se tiver mais mães passando por isso, me procura e vamos procurar ajuda juntos", finaliza. 

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