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Guarda Municipal de PG é referência em estudo sobre enfrentamento à violência contra a mulher

Estudo realizado pelo Tribunal destacou o modelo de relatório de atendimentos da Patrulha Maria da Penha da GCM como instrumento relevante para o planejamento e aprimoramento das políticas públicas de enfrentamento à violência contra a mulher

Patrulha Maria da Penha da Guarda Municipal foi considerado como uma das boas práticas observadas no estudo
Patrulha Maria da Penha da Guarda Municipal foi considerado como uma das boas práticas observadas no estudo -

Publicado por Julia Sansana

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A atuação da Guarda Civil Municipal da Prefeitura de Ponta Grossa foi apontada como destaque em um estudo sobre enfrentamento à violência contra a mulher realizado pelo Tribunal de Contas do Estado do Paraná em 12 cidades paranaenses.

Entre as ações destacadas pelo órgão em relação às cidades analisadas, o modelo de relatório de atendimentos realizados pela Patrulha Maria da Penha da Guarda Municipal foi considerado como uma das boas práticas observadas no estudo, sendo um “instrumento relevante para o planejamento e aprimoramento das políticas públicas de enfrentamento à violência contra a mulher”.

“É um grande orgulho termos a nossa Guarda Municipal tendo seu trabalho reconhecido em âmbito estadual no enfrentamento à violência contra a mulher. E a atuação da Patrulha Maria da Penha é essencial neste sentido, pois promove um suporte constante, humanizado e direcionado às mulheres, que se soma, de forma abrangente, a várias outras políticas que nossa gestão tem desenvolvido, como o nosso Plano Municipal de Políticas para as Mulheres e a utilização da plataforma ElaProtegida, iniciativa que nos concedeu, na categoria cidades digitais, o título de Prefeito Inovador 2026. Tudo isso demonstra que estamos no caminho certo para a construção de uma cidade mais segura, justa e acolhedora para nossas mulheres”, destaca a prefeita Elizabeth Schmidt.

Para o secretário de Cidadania e Segurança Pública de Ponta Grossa, Guilherme Rangel, o reconhecimento é fruto do compromisso do Município em fortalecer a segurança pública em seus mais diversos âmbitos, prezando sempre pela integração e pelo contato direto com a comunidade.

“Nosso principal objetivo é que, cada vez mais, Ponta Grossa se torne referência em integração, tecnologia e em estrutura dedicada à segurança pública, tendo sempre como principal intuito proteger a comunidade. Para isso, seguiremos investindo e trabalhando, fortalecendo as ações das nossas equipes para que toda mulher que busque auxílio seja devidamente atendida, acolhida pelos nossos agentes e os responsáveis sejam devidamente penalizados, promovendo, assim, um ambiente mais seguro para todos”, aponta o secretário.

Segundo o inspetor comandante da Guarda Civil Municipal, Alessandro de Macedo, a atuação cidadã e o compromisso em acolher as mulheres vítimas de violência fazem parte da identidade da instituição, que busca, de forma contínua, qualificar e capacitar os agentes para um atendimento humanizado e eficiente.

“A Patrulha Maria da Penha da nossa Guarda Municipal foi pioneira ao realizar o acompanhamento das mulheres com medidas protetivas de urgência na cidade. E essa atuação tem refletido na instituição como um todo, permitindo que as boas práticas no atendimento às vítimas de violência doméstica sejam aplicadas em toda e qualquer situação atendida pela nossa Guarda, além de contribuir diretamente no combate ao descumprimento de medidas, auxiliando as mulheres na reconquista da sua autonomia e no processo de construção de uma nova realidade”, explica.

Atualmente, a Patrulha Maria da Penha acompanha 779 mulheres com medidas protetivas de urgência (MPU) em Ponta Grossa.

Boa prática reconhecida pelo TCE-PR

Segundo o TCE-PR, o Município de Ponta Grossa instituiu uma boa prática ao estabelecer visitas mensais a mulheres com medidas protetivas de urgência (MPU) e criar uma Ficha Padronizada de Registro de Visitas da Patrulha Maria da Penha. Esses dados alimentam relatórios sobre o perfil das atendidas, o formato do acompanhamento (presencial, por WhatsApp ou telefone) e os índices de descumprimento das MPUs.

O Tribunal destaca que a sistematização periódica dessas informações qualifica a gestão municipal, subsidia o monitoramento das medidas, amplia o diagnóstico da violência no território e fortalece a rede de proteção, servindo como importante instrumento para o aprimoramento das políticas públicas de enfrentamento à violência contra a mulher.

Com informações da Assessoria de Imprensa. 

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