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PG deve fortalecer rede de proteção à pessoa idosa

Entre as medidas recomendadas à Prefeitura está a continuidade dos trâmites necessários para implantação do Complexo Social Cidade da Pessoa Idosa e do Centro Dia para Pessoa Idosa

Também foram recomendadas medidas de fiscalização permanente das instituições credenciadas com exigência de regularidade sanitária
Também foram recomendadas medidas de fiscalização permanente das instituições credenciadas com exigência de regularidade sanitária -

Publicado por Iolanda Lima

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O Ministério Público do Paraná, por meio da 11ª Promotoria de Justiça de Ponta Grossa, nos Campos Gerais, expediu recomendação administrativa à Prefeitura e à Fundação de Assistência Social para adoção de medidas voltadas à ampliação da oferta de vagas em Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs) e ao fortalecimento da rede de proteção à população idosa em situação de vulnerabilidade.

A recomendação foi expedida no âmbito de procedimento administrativo instaurado para acompanhar a situação da rede de acolhimento institucional do Município. Conforme apurado pelo MPPR, aFundação de Assistência Social informou a existência de demanda reprimida por vagas e a impossibilidade estrutural momentânea de ampliação das vagas nas instituições já conveniadas.

No documento, o Ministério Público destaca que a inexistência de vagas na rede pública ou conveniada não afasta a obrigação do poder público de assegurar acolhimento institucional a pessoas idosas em situação de vulnerabilidade, abandono ou ruptura de vínculos familiares. A recomendação ressalta ainda a possibilidade jurídica de credenciamento e contratação de instituições privadas para ampliação emergencial da rede de atendimento.

Medidas recomendadas 

Entre as medidas recomendadas à Prefeitura está a continuidade dos trâmites necessários para implantação do Complexo Social Cidade da Pessoa Idosa e do Centro Dia para Pessoa Idosa, com prestação mensal de informações ao MPPR sobre o andamento das ações.

À Fundação de Assistência Social, o MPPR recomendou a priorização de parcerias com ILPIs privadas sem fins lucrativos e, em caso de insuficiência de vagas, a contratação subsidiária de instituições privadas com fins lucrativos. Também foram recomendadas medidas de fiscalização permanente das instituições credenciadas, exigência de regularidade sanitária e implementação de mecanismos de acompanhamento técnico individualizado das pessoas acolhidas.

A recomendação orienta ainda o Município a estruturar alternativas à institucionalização, como o programa “Família Acolhedora para Pessoas Idosas”, além de aprimorar o fluxo de avaliação e inclusão na Central de Vagas, priorizando estratégias que preservem vínculos familiares e comunitários.

As destinatárias têm prazo de 30 dias para informar ao Ministério Público se acatarão as medidas recomendadas e encaminhar documentação comprobatória das providências adotadas.

Com informações de assessoria de imprensa 

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