Docente que morreu após lutar contra lúpus é sepultada nesta quinta em PG
Adriane foi internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no mês de dezembro, onde realizou cirurgias e contraiu uma bactéria no pulmão

A professora Adriane Aparecida Cordeiro Mensen, que faleceu aos 36 anos no Hospital Regional de Ponta Grossa, nessa quarta-feira (28), será sepultada na tarde desta quinta-feira (29). Ela enfrentava uma batalha contra lúpus, uma doença autoimune.
O corpo da educadora está sendo velado na Capela do Luto Santana e será sepultado às 17h desta quinta-feira (29), no cemitério Parque Jardim Paraíso. Adriane se formou em Letras – Português/Espanhol pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Conforme o Serviço Funerário Municipal, a professora era natural de Ponta Grossa, onde residia com a família.
SOBRE
Ao Portal aRede, Ana Daniela Garay Cordeiro, filha de Adriane, relatou que a sua mãe descobriu a doença em abril de 2025, quando viajou para Portugal para ver a neta. "Devido à doença, ficou 21 dias internada e quase faleceu, mas conseguiu se recuperar e retornar ao Brasil, onde continuou o tratamento".
A filha informou que, por ser uma doença muito agressiva, Adriane foi internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no mês de dezembro, onde foram feitas diversas cirurgias, em consequência a doença. "Infelizmente, por último, contraiu uma bactéria no pulmão que a levou a óbito".
Por fim, Ana declarou que sua mãe foi uma mulher que sempre passou por vários desafios, mas nunca desistiu. "Sempre lutou. É a pessoa mais forte que conheço".
LUTO
Nas redes sociais, Ana Daniela Garay Cordeiro, filha de Adriane, lamentou profundamente a morte da mãe. "Minha mãe, infelizmente não pude te dar um último abraço e isso me dói profundamente, mas sei o quanto você lutou e o quanto você foi firme até o fim. Com o coração apertado, completamente em pedaços e sem acreditar ainda que você se foi. Você deixou lindos ensinamentos de perseverança e de nunca desistir de um sonho. Que Deus te receba de braços de abertos, eu te amo".
Mary Santos também expressou os seus sentimentos. "Oh, que triste! Sem acreditar também. Que o senhor receba a sua mãe de braços abertos. Não há dor maior que essa que você está sentindo".




















