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Iplan de Ponta Grossa moderniza ferramentas para o setor da construção civil

Presidente do órgão detalha novo Código de Obras e projetos que facilitam o acesso de investidores e construtores em empreendimentos que acompanham a expansão urbana da cidade

O presidente do Iplan de Ponta Grossa, Rafael Mansani
O presidente do Iplan de Ponta Grossa, Rafael Mansani -

Lilian Magalhães

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O presidente do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Ponta Grossa (Iplan), Rafael Mansani, visa uma gestão que moderniza ferramentas e proporciona maior acessibilidade aos construtores da cidade. Com as atualizações no órgão e revisões de manuais e leis do Município, o Iplan inicia 2026 com projetos que buscam contribuir para o desenvolvimento sustentável de Ponta Grossa.

A partir deste ano, o Departamento de Urbanismo, agora transformado em Superintendência, passou a integrar o Iplan, visto que os projetos precisavam passar por ambos os órgãos, o que causava um conflito de aprovações. "Também incluímos o Cadastro Técnico para dentro do Iplan. Desta forma, deixamos o trabalho mais acessível para a população", explica. Com relação ao novo Código de Obras, publicado há um mês, Mansani conta que as atualizações fecham as leis que compõem o Plano Diretor. "Por exemplo, o Parcelamento do Solo, com o Uso e Ocupação do Solo; aprovamos também a transferência do direito de construir; o manual de padronização de calçadas, que ao ser decretado pelo Município, se torna mais claro e lúdico aos moradores", diz.

Com isso, o Iplan busca proporcionar maior acessibilidade para os profissionais da construção civil e moradores que buscam construir empreendimentos na cidade. "Trouxemos essa reformulação para contribuir na inovação e eficiência de Ponta Grossa ao tratar de obras e projetos", diz. Estas decisões foram pautadas junto aos representantes do setor produtivo, esclarece Mansani. "Em 2025, em várias ações que tivemos ao lado da Associação Paranaense de Construtores (APC), a Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Ponta Grossa (Aeapg) e a Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Ponta Grossa (Acipg), para entender de que forma o poder público pode, dentro de suas atribuições, atender às demandas do setor produtivo de forma ágil". Hoje, a modernização de ferramentas do Iplan permite com que investidores e proprietários possam protocolar toda a documentação de suas construções de forma online.

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Confira a entrevista completa no Portal aRede. | Autor: aRede.info
  

Com relação a outros grandes projetos da cidade, Mansani compartilhou detalhes sobre os estudos do novo contorno rodoviário e a macro e microdrenagem nas bacias da cidade. "Recebemos o traçado da CCR PR Vias, e participamos de encontros com a sociedade civil organizada para entender suas perspectivas. Nossa sugestão é afastar o traçado do perímetro urbano para que, ao longo das próximas décadas, este traçado não se torne uma barreira para a expansão de Ponta Grossa", conta o presidente, que detalha o projeto em parceria com a Universidade Livre do Meio Ambiente (Unilivre) "Estamos estudando as 22 bacias da cidade, iniciando por três: Lago de Olarias, Rio Ronda e Rio Pilão de Pedra. São importantes rios da cidade que, por anos, passaram sem a devida observação. Trabalhamos para evitar possíveis alagamentos e, com certeza, este projeto trará bons frutos para a cidade".

O presidente do Iplan reforça que o objetivo para 2026 é orientar projetos que façam com que a cidade cresça com mobilidade urbana e sustentável. Mansani compreende a responsabilidade do órgão em trabalhar de forma conjunta com as demais Secretarias Municipais para que toda a infraestrutura da cidade atenda às necessidades dos moradores de forma organizada e com qualidade.

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