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Curitibanas são presas suspeitas de furtos no centro de PG

Duas mulheres foram identificadas por funcionários de uma loja localizada em um shopping da cidade; Guarda Municipal foi chamada e deteve a dupla

Guardas Municipais encontraram as mulheres em uma rua próxima do shopping
Guardas Municipais encontraram as mulheres em uma rua próxima do shopping -

Sebastião Neto

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A Guarda Municipal (GCM) realizou, na tarde desta quinta-feira (15), a prisão de duas mulheres vindas de Curitiba e suspeitas de furtos na região central de Ponta Grossa, inclusive em um shopping da cidade. A prisão ocorreu após funcionários de uma loja do shopping reconhecerem a dupla andando pelo local e acionarem a equipe da Guarda, que foi até a região e encontrou as mulheres em uma rua próxima do shopping.

Segundo informações obtidas no local, as mulheres já haviam sido identificadas por câmeras de segurança de estabelecimentos comerciais que foram vítimas dos furtos. Com as mulheres, os guardas municipais encontraram uma caixa com fundo falso. Além da dupla detida, que foi levada para a 13ª Subdivisão Policial (13ª SDP) em Ponta Grossa, um dos funcionários também foi ao local para entregar a Polícia as imagens que comprovariam a identificação das suspeitas. 

Prisões em Curitiba

Além das prisões em Ponta Grossa, a Polícia Civil prendeu sete pessoas e apreendeu computadores durante uma operação deflagrada na manhã desta quinta-feira (15) contra uma associação criminosa responsável por lesar lojas de departamentos no Paraná. Uma das vítima teve prejuízo superior a R$ 500 mil.

Cerca de 30 policiais participam da ação, que aconteceu simultaneamente nos bairros Uberaba, Parolin, Sítio Cercado e Xaxim, em Curitiba, além de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana. Nove mandados de busca e apreensão foram cumpridos. Os indivíduos realizavam golpes a partir do sistema de crediário dessas empresas, que possibilita condições diferentes dos cartões de crédito. Eles convenciam pessoas a participar do golpe e as acompanhavam nos cadastros. Nesse momento usavam documentação falsa, inclusive holerites, para obter os benefícios.

A partir do cadastro, os autores se revezavam na aquisição de produtos, mas não honravam os compromissos do crediário.

Com informações da Agência Estadual

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