FNL e famílias iniciam nova ocupação em PG | aRede
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FNL e famílias iniciam nova ocupação em PG

Com o nome da revolucionária "Rosa Luxemburgo", ocupação ocorre em um terreno pertencente ao Estado e à União, nas proximidades da UTFPR. Cerca de 50 famílias estão no local

Ocupação ocorre em terreno pertencente ao Estado e à União, no Jardim Carvalho, ao lado da UTFPR
Ocupação ocorre em terreno pertencente ao Estado e à União, no Jardim Carvalho, ao lado da UTFPR -

Da Redação

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Com o nome da revolucionária "Rosa Luxemburgo", ocupação ocorre em um terreno pertencente ao Estado e à União, nas proximidades da UTFPR. Cerca de 50 famílias estão no local

A madrugada deste domingo (27) foi marcada pela movimentação de muitas famílias em situação de risco na região do Jardim Carvalho, em Ponta Grossa. Cerca de 50 famílias, apoiadas pelo movimento Frente Nacional de Luta Campo e Cidade (FNL), ocuparam outro terreno no município, desta vez, uma área pertencente ao estado e à União, nas proximidades da Universidade Federal Tecnológica do Paraná (UTFPR).

O líder regional da FNL, Leandro Dias, afirma que esta área é um latifúndio urbano abandonado há décadas, com muito mato (mais de dois metros de altura, segundo ele) e cheia de entulho. Neste grande terreno, que agora está sendo ‘loteado’ para a ocupação, Leandro afirmou que é possível abrigar cerca de 700 famílias. “É uma área que pertence à União e ao Estado, que fica atrás da UTFPR de 15 hectares”, informou.

Os participantes do movimento, dezenas de famílias, chegaram ao local no meio da madrugada. “Com aproximadamente 50 famílias nós entramos no terreno por volta das 3 horas da manhã. Estamos construindo os barracos, a resistência, e avançando. Estamos seguindo a nossa luta”, destacou o líder do movimento.

Segundo ele, a exemplo da ocupação Ericson John Duarte na região do Parque das Andorinhas, também próximo à UTFPR, neste momento estão sendo construídos os barracos de lona. Alguns dos participantes dessa nova ocupação participaram da ocupação do Parque dos Sabiás, ocorrida em fevereiro, mas encerrada após uma grande ação policial integrada.

Questionado sobre o nome da ocupação, Leandro Soares afirmou que ela ganhou o nome de “Rosa Luxemburgo”, uma homenagem a uma revolucionaria polaco-alemã.

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