Garçom enfrenta a crise vendendo água no semáforo
Um vendedor de água está chamando a atenção dos motoristas que param no semáforo do cruzamento da Rua Balduíno Taques com a Avenida Vicente Machado, na área central de Ponta Grossa.

Josué Lopes Rodrigues, de 53 anos, chama a atenção por vender água vestido como um legítimo garçom nas ruas de Ponta Grossa.
Da redação
Um vendedor de água está chamando a atenção dos motoristas que param no semáforo do cruzamento da Rua Balduíno Taques com a Avenida Vicente Machado, na área central de Ponta Grossa. Ele usa uma roupa de garçom e trata as pessoas como se estivesse servindo-as em um restaurante.
Josué Lopes Rodrigues, de 53 anos, conta que decidiu usar a roupa para chamar a atenção e passar credibilidade para os clientes. “Estou vendendo água. Água é vida e vida é saúde, por isso tenho que estar apresentável”, explica.
Josué vende espetinhos em frente a própria casa há mais de 10 anos, no bairro Nossa Senhora das Graças. Ele conta que as vendas dos espetinhos caíram, provavelmente por conta da recessão, e que, para complementar a renda familiar, decidiu vender água. “As vendas de espetinho caíram mais de 50% por causa da crise, antes eu conseguia manter minha casa apenas com este negócio. A venda de água no semáforo está ajudando a pagar as contas de casa”, relata.
Na casa moram ele e a esposa, que está desempregada. Além de vender espetinhos e água, Josué faz ‘bicos’ como garçom e assador de carnes durante os fins de semana.





















