Cabo da PM estava com as mãos amarradas para trás

O brutal assassinato do cabo José Osni Pigatto, e da mulher dele, Luci de Fátima Galvão Bulek, está sendo investigado pela Polícia Civil e pelo Serviço de Inteligência do 1º Batalhão da PM. Até a manhã dessa quinta-feira, nenhuma prisão havia sido realizada. O veículo do policial – uma camioneta – também não foi localizada.
O comandante do 1º BPM, major Edmauro Assunção, revelou novos detalhes do duplo assassinato e reforçou a hipótese de latrocínio – roubo seguido de morte. “Eles (Pigatto e Luci) não foram machucados. Ela também não sofreu violência sexual. O Pigatto teve as mãos amarradas para trás com o cadarço do tênis dela. Depois ficou de joelho e levou os tiros na cabeça. Ela também foi morta da mesma forma”, relata. Edmauro disse que a ‘morte de um irmão de farda’ teve impacto significativo em toda a tropa, e que não serão medidos esforços para a identificação, localização e prisão dos envolvidos.
Ele também destacou o empenho do delegado Fernando Jasinski e de policiais da 13ª SDP nas ações de buscas aos corpos, bem como nas investigações. Os corpos foram encontrados na estrada de acesso a região do Alagados, em Ponta Grossa, graças ao sistema de rastreamento do veículo. O casal estava desaparecido desde a noite de terça-feira.





















