Grupo suspeito de latrocínio em boate de PG é preso

Uma investigação da Polícia Civil de Ponta Grossa resultou na prisão de três homens e apreensão de dois adolescentes suspeitos da morte de Jaqueline Ferreira. A funcionária de uma boate foi assassinada a chutes durante um assalto em uma boate no último dia 28. O grupo foi apresentado, em coletiva de imprensa, na 13º Subdivisão Policial pelos delegados Maurício Souza da Luz e Fernando Jasinski.
Os policiais cumpriram três mandados de prisão e dois de busca e apreensão na manhã de hoje. As ações policiais começaram às 6 horas na região da Vila Dallabona e do Jardim Bonsucesso. Os suspeitos foram abordados dentro de suas residências. Ainda, foram cumpridos seis mandados de busca domiciliar, que envolveu a procura de objetos roubados em crimes anteriores.
Segundo informações da Polícia Civil, os suspeitos foram localizados quando, no mesmo dia do latrocínio, um adolescente foi apreendido. Com questionamentos feitos ao rapaz, os policiais conseguiram desenvolver a investigação e chegar aos outros nomes.
O grupo é suposto de cometer diversos crimes na cidade e, segundo os delegados responsáveis pelo caso, sempre agiam de forma violenta. O assalto em uma loja de instrumentos musicais, na Nova Rússia, onde os clientes foram agredidos é um dos crimes cometidos pelo grupo. Um dos adultos presos utilizava tornozeleira eletrônica, pois cumpria pena em regime aberto pelo crime de roubo.
Leandro R. Vicente, Kelvin Luiz Florenski e Willian Wylle Mendes dos Santos foram presos. Os adultos e os dois adolescentes serão ouvidos pelos delegados na tarde de hoje (09). A Polícia Civil anunciou que a investigação continua.
Latrocínio
Jaqueline Ferreira, de 21 anos de idade, foi morta a chutes em Ponta Grossa em 27 de fevereiro, na Vila Raquel, durante um assalto em uma boate localizado na Avenida Presidente Kennedy. Os bandidos efetuaram vários disparos de arma de fogo contra a parede da boate e renderam os funcionários e clientes. Jaqueline foi agredida com chutes na cabeça e morreu no local.
Rapaz foi preso e solto antes de cometer crime
O adolescente apreendido na madrugada em que Jaqueline Ferreira foi morta ganhou liberdade cerca de 10 dias antes do latrocínio. Ele foi preso após participar de um roubo contra uma loja de instrumentos musicais na Nova Rússia.





















