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PG descumpre TAC com MP por atraso na coleta seletiva

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Daniel Petroski

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Apesar de se comprometer, por meio de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) junto ao Ministério Público (MP), a Prefeitura de Ponta Grossa não vem cumprindo com suas obrigações em relação à ampliação dos pontos de coleta seletiva na cidade.

De acordo com o documento assinado e publicado no Diário Oficial do município em junho do ano passado entre o prefeito Marcelo Rangel e o promotor de Justiça Honorino Tremea, o governo municipal teria cinco meses para implantar e fazer operar, de forma ininterrupta e progressiva, a coleta seletiva de resíduos reutilizáveis e recicláveis em seis regiões da cidade, incluindo o Centro. A determinação também contemplava a extensão dos trabalhos para todas as escolas municipais. A contar pela data da assinatura do TAC, o programa já deveria estar funcionando desde novembro de 2015.

O secretário de Meio Ambiente, Valdenor Paulo do Nascimento, o “Cenoura”, reconheceu o atraso em relação ao prazo determinado pelo MP e afirmou que tudo deverá ser resolvido ainda no final deste mês ou início do próximo. “Nós solicitamos um orçamento para a Ponta Grossa Ambiental (PGA), empresa que teve o contrato de concessão dos serviços de limpeza urbana da cidade renovado recentemente, para as 84 escolas municipais. Isso deverá ser protocolado amanhã [hoje]. Assim daremos sequência à implantação”, conta.

“Cenoura” explica que já existem 61 pontos de coleta seletiva na cidade. “São pontos voluntários como mercados e Correios. Com as escolas, chegaremos a todas as regiões da cidade, incluindo as áreas rurais”, destacou.

O MP falou por meio de sua assessoria. Com base nas informações repassadas, o órgão está ciente do descumprimento do acordo. Porém, acreditando no que foi repassado pela Prefeitura, ele ainda vai aguardar mais alguns dias para se pronunciar. Caso as cláusulas continuem sendo descumpridas, a Prefeitura sofrerá uma multa de R$ 1 mil por dia.

Botuquara segue na irregularidade

Na tarde de ontem, uma equipe do Jornal da Manhã conseguiu entrar nas dependências do Aterro do Botuquara, ao lado da PR-513, que faz ligação ao Distrito de Itaiacoca. Por meio de fotos é possível comprovar que o local ainda está recebendo lixo a céu aberto. Apenas essa situação já configuraria crime ambiental. Porém, segundo informações obtidas no local, existem indícios de que garimpeiros estão trabalhando no espaço, o que também é irregular.

Informações do Jornal da Manhã.

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