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Mercado Municipal terá laudo técnico estrutural

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O prédio do ‘Mercado Municipal’ de Ponta Grossa passará por uma vistoria técnica. O município, através da Companhia Pontagrossense de Serviços (CPS), fez a contratação de uma empresa para a realização de um ‘laudo técnico sobre as condições estruturais do prédio do antigo Mercado Municipal’. A empresa que ficará responsável por esse serviço será a TESP – Técnica de Estruturas e Projetos.

A intenção do município é fazer uma Parceria Público-Privada (PPP) para a revitalização do imóvel. Essa ideia foi aprovada em audiência pública, onde o governo municipal revelou a intenção de ter um Mercado Municipal nos moldes das principais capitais, como Curitiba, Porto Alegre e São Paulo. A previsão é de que o edital da PPP seja divulgado ainda neste primeiro semestre de 2016.

Para entidades, essa ‘reativação’ do Mercado Municipal trará muitos benefícios ao município e àquela região. Nilton Fior, presidente da Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Ponta Grossa, destaca que, além de gerar mais emprego e renda, o espaço possibilitará, com a respectiva alta na comercialização pelos pequenos e médios produtores agrícolas do município expansão, o crescimento da produção agrícola, além de oferecer à população um espaço fixo para a compra de produtos frescos.

A região do entrono também será beneficiada. “Como o espaço está abandonado há muito tempo, essa iniciativa de reativar o imóvel dará um impulso não só para o imóvel, mas para toda a região no entorno. Haverá a valorização dos imóveis, e vai ser mais fácil a locação e ocupação desses imóveis porque vai haver um tráfego intenso de pessoas e consumidores”, declara.
José Loureiro, presidente do Sindilojas, concorda com o desenvolvimento daquela região. “Fazendo nos moldes de Curitiba e São Paulo será mais um atrativo a população”, declara.


Entidades pedem serviços públicos
Tanto para a Acipg quanto para o Sindilojas, o espaço também deveria sediar serviços públicos. Os líderes da entidade e do Sindicato levaram essa ideia ao município durante a audiência pública: como o imóvel é bastante grande, o mercado em si poderia ser direcionado ao piso inferior, abrigando órgãos municipais no piso superior. “Temos muitos imóveis alugados. O mercado poderia sediar secretarias, colocando órgãos que a população procura, como atendimento do IPTU, alvarás, a Zona Azul. As pessoas, durante a espera, iriam circular no Mercado e consumir, ir em lanchonete. O local tem estacionamento, e isso evitaria problemas de mobilidade urbana, melhorando o trânsito”, argumenta Loureiro. “Isso geraria economia ao município e aos contribuintes”, conclui Fior.

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