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Rangel convoca aliados e chama oposição de covarde

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Após uma votação polêmica no Legislativo em que contou com o apoio decisivo da base governista, o prefeito Marcelo Rangel (PPS) adiantou o tom do debate eleitoral de 2016, partiu para o ataque e qualificou a oposição política na cidade como “vil e covarde”. Os vereadores oposicionistas tentaram derrubar o projeto de lei 26/2016 do Poder Executivo que trata do uso de até 70% dos depósitos judiciais para o pagamento de precatórios. O deputado estadual Marcio Pauliki (PDT) e o deputado federal Aliel Machado (Rede), opositores de Rangel se posicionaram contra a medida e articularam os vereadores na tentativa de barrar a iniciativa.

Segundo Marcelo, ao se absterem de votarem a matéria, os vereadores de oposição foram “covardes” em relação ao futuro da cidade e também aos servidores públicos – em segunda discussão, o projeto de lei 26/2016 recebeu cinco abstenções. “Isso mostra como os vereadores de oposição não estão preocupados com a cidade. A abstenção foi o símbolo para uma oposição baixa e vil contra o próprio município”, criticou Rangel.

A crítica de Marcelo foi direcionada, especificamente, ao Marcio Pauliki (PDT) e Aliel Machado (Rede). Segundo o prefeito, Aliel foi favorável a uma medida muito semelhante votada no Congresso Federal. Já sobre Pauliki, Rangel argumentou que o partido do deputado, o PDT, votou a aprovou em Curitiba através o prefeito Gustavo Fruet – na capital, a estimativa de Fruet era usar até R$ 100 milhões bloqueados em depósitos judiciais para o pagamento de precatórios.

Procurado pelo Jornal da Manhã, Aliel argumentou que votou a favor de um projeto de lei completar (PLC) 151. A legislação dava embasamento para que municípios construíssem um texto próprio sobre o uso de contas judicias. “No entanto, essa legislação deve ser feita levando em conta a saúde financeira do município e, como vemos hoje, a cidade está em uma situação caótica quando o assunto é finanças”, rebateu Aliel.

O deputado Marcio Pauliki (PDT) a maioria dos precatórios são de funcionários públicos que aguardar o ressarcimento há muito tempo. Marcio argumentou que não vê como correta a atitude de “vestir um santo para desvestir o outro”. Segundo o deputado, “o que o Executivo precisa fazer é reduzir as despesas e planejar melhor a entrada de receitas para efetuar o pagamento de dívidas sem usar recursos que não lhe pertencem”, disse.


Discurso de Rangel antecipa debate eleitoral na cidade
As críticas de Rangel feitas à oposição adiantam o debate eleitoral de outubro. O prefeito ainda não confirmou, mas deve concorrer ao cargo novamente com apoio do Governo do Estado. Já na oposição, o nome de Aliel Machado (Rede) e Marcio Pauliki (PDT) figuram como os principais adversários políticos – os dois ainda discutem, preliminarmente, uma candidatura ao Palácio da Ronda. Aliel foi eleito deputado federal com uma votação expressiva, já Pauliki disputou a Prefeitura em 2012 e ficou muito perto de avançar para o segundo turno.

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