Receita Federal apreende R$ 22 milhões na região

A Delegacia da Receita Federal em Ponta Grossa fechou 2015 com um recorde em apreensões de mercadorias em sua área de abrangência. No total, R$ 22 milhões em produtos irregulares, piratas e/ou contrabandeados foram recolhidos nos 59 municípios pertencentes à delegacia regional no ano passado. O valor é 41% superior aos R$ 15,5 milhões apreendidos durante todo o ano de 2014.
O delegado da Receita Federal em Ponta Grossa, Demetrius Soares, lembra que esse crescimento é fruto de ações em conjunto com outros órgãos. “Esses R$ 22 milhões não são frutos apenas do trabalho da Receita, mas também do trabalho dos órgãos parceiros, como a Polícia Rodoviária Federal, Polícia Federal, Polícia Civil e Polícia Militar. Mas somos os responsáveis pela destinação dessas mercadorias”, destaca. Ou seja: são fiscalizações realizadas em estradas e ações realizadas junto ao comércio.
O valor em mercadorias destinadas também foi recorde durante o ano passado. Somando com um montante já armazenado no barracão, R$ 24 milhões em mercadorias foram destinadas, seja para leilão (veículos), doações para entidades beneficentes e incorporação para administração pública (produtos em geral, como eletrônicos) e para destruição (cigarros). A maior parte dos produtos apreendidos são cigarros. “Quase R$ 18 milhões se referiu a destinação de cigarros para a destruição”, reitera Soares.
Além do fumo, os produtos mais apreendidos foram automóveis (em sua maior parte os que transportavam contrabando); jogos e aparelhos (consoles), sendo que os portáteis os mais comumente encontrados; cosméticos (cremes, perfumes e shampoos); celulares e acessórios (como acessórios para tela touchscreen) e relógios.
Apreensões no país cresceram 4,86% e atingiram R$ 1,8 bi
A apreensão de mercadorias processadas pela Receita nas ações de combate ao contrabando no Brasi alcançou R$ 1,88 bilhão em 2015, resultado 4,86% maior que o verificado em 2014 (R$1,80 bi). O coordenador-geral de Administração Aduaneira, José Carlos de Araújo, disse que o uso de técnicas de gestão permitiu que as equipes se concentrassem na pessoa ou organização que apresentava maior probabilidade de estar tentando fraudar importações ou exportações.





















