Após protesto de moradores, PG retoma obras na trincheira

A empresa Antônio Moro & Cia retomou os trabalhos na trincheira da Avenida Ernesto Vilela. O maquinário voltou a funcionar já na manhã desta terça-feira (02), um dia após os moradores dos bairros Boa Vista, Dallabona e Bonsucesso protestarem pela demora na finalização da trincheira.
As obras estão na reta final e o trabalho concluído deve ser entregue à população ainda em fevereiro. A expectativa dos moradores da área é que o tráfego seja liberado logo após o Carnaval. No entanto, o engenheiro responsável pela obra, Manoel Marcelo, afirmou que toda a infraestrutura da trincheira já foi concluída, mas que o trecho só deve ser liberação após a inauguração.
“O trecho ainda está interditado e será liberado após a inauguração, que ainda não tem data para acontecer. A finalização das obras está prevista para a segunda quinzena de fevereiro”, afirma Marcelo.
O custo das obras é de R$ 4 milhões. Os recursos foram repassados pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano (SEDU) ao município de Ponta Grossa, com intermédio do 1º secretário da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), deputado Plauto Miró Guimarães (DEM).
Protesto surte efeito e máquinas voltam a funcionar
Os moradores da região realizaram um pequeno protesto em frente à trincheira na segunda-feira (01). Eles se reuniram por volta das 9h30 no local e protestaram contra o ‘bloqueio’ da via. O pedido principal é a liberação imediata do trecho – que já se encontra praticamente finalizado.
De acordo com a moradora do Jardim Boa Vista, Maria de Fátima Savinski, pedestres e motos já estão utilizando o local sem nenhum problema e, por isso, a passagem de automóveis já deveria ter sido liberada. “Tem que fazer uma volta enorme quando vamos de carro para o centro da cidade. Seria muito mais simples se pudéssemos usar a trincheira”, disse.
Além disso, comerciantes também estão sofrendo com as obras no local. O dono de um comércio afirmou que o movimento diminuiu quase 90% desde o início da construção. “Eu espero que acabe logo para retomar meu movimento. Com essas obras aqui na frente, ninguém para na minha loja”, ressaltou.





















