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Indícios apontam que ossada é de rapaz desaparecido

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A família de Bruno Guilherme Czech, de 19 anos de idade, foi chamada no Instituto Médico Legal (IML) de Ponta Grossa na manhã de ontem (01) para identificar se uma possível ossada encontrada no domingo (31) pelo órgão, seria do menino. As roupas que foram encontradas junto com o corpo, segundo informações dos próprios familiares, são as que Bruno Guilherme usava no dia que desapareceu, em novembro de 2015. “Estávamos no local onde foi encontrado o corpo no domingo e identificamos que a roupas são as mesmas do Bruno. Fomos no IML no outro dia só para confirmar, mas não tem erro, são as mesma roupas que ele usou quando sumiu”, conta Leoni Machado Franco de 22 anos, cunhado de Bruno.

Ainda de acordo com o cunhado do menino, ele desapareceu no dia 11 de novembro de 2015, lá pelas 21 horas. “Ele saiu de casa e não disse pra onde ia, apesar dos pais terem perguntado a ele. Desde então nunca mais voltou”, relata Machado. Segundo o cunhado, Bruno Guilherme não deu notícias desde este dia, apesar da família ter procurado por ele. “Quando demos conta que ele tinha sumido e não voltou, a família foi até a delegacia e realizou o Boletim de Ocorrência”, afirma o cunhado Leoni Machado.

Segundo informações do IML de Ponta Grossa, a ossada não foi identificada como sendo de Bruno Guilherme, mas o órgão não descarta a possibilidade do corpo ser do menino. Apesar da família ter realizado o reconhecimento das vestes que foram encontradas com o corpo, o próximo passo agora é a realização do exame de DNA na ossada. Ainda de acordo com o IML, esse exame demora de três meses até um ano para ficar pronto. Não existe a possibilidade de fazer o reconhecimento com outro exame, a não ser este.

A ossada foi encontrada na tarde de domingo (31). Rua Guilherme Scheiffer, na Vila Francelina, na região de Uvaranas em Ponta Grossa.


Caso é investigado pela 13ª SDP
Segundo fontes ligadas às investigações do caso, Bruno Guilherme Czech, hoje com 19 anos de idade já tinha passagem pela polícia, como usuário de drogas. “O nome dele apareceu em duas ocorrências por envolvimento com drogas, uma em 2014 e a outra em 2012. Apesar dele ser menor de idade na época, a apreensão aconteceu mas ele foi liberado pela PM”, diz uma fonte que é liga à investigação. Ainda de acordo com esta fonte, por ser um caso muito recente, o setor de homicídios segue levantando mais indícios.

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