Criador do prêmio Aplicef vive drama após assassinato

O comunicador Gerson de Paula, responsável pelo Prêmio Aplicef de Destaques de Imprensa de Ponta Grossa, faz um apelo às autoridades policiais do Paraná para dar esclarecimento à morte de seu irmão Carlos Roberto de Paula, 70, ocorrido na noite de quarta-feira da semana passada, no bairro Uberaba, em Curitiba. O aposentado morreu com sete tiros. Ele estava na companhia da atual mulher quando foi ferido mortalmente.
“A companheira dele chegou a afirmar ter visto quem realizou os disparos quando procurada pela imprensa logo após o assassinato. No entanto, no dia seguinte, declarou para outro órgão de comunicação que não tinha certeza sobre a autoria. Todos nós estamos aguardando um pronunciamento da polícia e queremos a prisão do culpado”, diz de Paula. O suspeito, segundo afirma, teria antecedentes criminais.
Além de penalizar-se pela morte do irmão, Gerson está preocupado com a saúde psicológica e física da ex-esposa e das duas filhas de Carlos Roberto, que moram em Ponta Grossa. As três sofreram acidente quando voltavam do sepultamento do aposentado, em Curitiba. “O carro em que elas estavam bateu contra um poste na Avenida Visconde de Mauá, em Vila Oficinas. Pela misericórdia de Deus sofreram apenas ferimentos, caso contrário a tragédia seria ainda maior em nossa família”, assinalou.
Uma das filhas do aposentado, Rosmeire de Paula, procurou a Redação do Jornal da Manhã, na tarde de segunda-feira, acrescentando informações repassadas por Gerson de Paula. Ela disse que ligações telefônicas feitas ao pai comprovam que ele vinha sendo ameaçado de morte. “A atual mulher dele falou o nome de quem o matou. A polícia tem que prendê-lo”, assinala. Ela acredita que desentendimento por causa de um terreno motivou o assassinato.





















