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Estudante de PG representa o PR na Olimpíada de Química

Felipe Tebcherani, de 14 anos é estudante do 9º ano do Colégio Positivo Master e é o único representante do Paraná na quarta fase da OBQ

Felipe Tebcherani foi medalha de prata na Olimpíada Brasileira de Química Júnior
Felipe Tebcherani foi medalha de prata na Olimpíada Brasileira de Química Júnior -

Da Redação

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Felipe Tebcherani, de 14 anos é estudante do 9º ano do Colégio Positivo Master e é o único representante do Paraná na quarta fase da OBQ

O pontagrossense Felipe Tebcherani, de 14 anos, estudante do 9º ano do Colégio Positivo - Master, se destacou na Olimpíada Brasileira de Química (OBQ), uma competição nacional que tem o objetivo de descobrir jovens com talento para o estudo da Química. Ele é o único representante do Paraná na quarta fase da OBQ, marcada para o dia 28 de fevereiro.

Filho de professor de Química, Felipe convive com a disciplina desde pequeno. Em 2019, quando participou da Olimpíada Brasileira de Química Júnior - voltada aos alunos dos 8º e 9º anos -, Tebcherani conquistou a medalha de prata. “Depois da conquista, eu fui convocado para fazer a terceira fase da OBQ, mesmo estando no 9º ano, já que a prova é para estudantes do 1º e 2º ano do Ensino Médio. Consegui novamente a medalha de prata e agora vou fazer a quarta fase”, explica. 

Segundo Tebcherani, os 15 primeiros colocados da quarta fase serão selecionados para a próxima etapa, na qual acontece um aprofundamento oferecido pela Universidade de São Paulo (USP). Para o jovem, representar o colégio e a cidade é um motivo de muito orgulho, ainda mais competindo em uma olimpíada de Química. “Desde pequeno eu sempre gostei do assunto. Apesar do meu pai ser professor, ainda não decidi se vou seguir carreira na disciplina”, confessa. 

A sexta e última fase vai selecionar os melhores da fase anterior e os dividir em duas equipes: uma disputará o Mundial e outra a Íbero-americana. Para Felipe, as provas servem como oportunidade para aprender e aprimorar conhecimentos em relação à disciplina. “O legal das olimpíadas é que é possível aplicar a Química em provas e exercícios. Só o estudo não é suficiente pra mim, por isso, procuro aproveitar o momento para aprender’’, finaliza o estudante.  

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