Hospital Universitário capacita equipe de enfermagem | aRede
PUBLICIDADE

Hospital Universitário capacita equipe de enfermagem

Imagem ilustrativa da imagem Hospital Universitário capacita equipe de enfermagem
-

A Rede

@Siga-me
Google Notícias facebook twitter twitter telegram whatsapp email

Enfermeiros e técnicos de enfermagem participaram nesta terça e quarta-feira da capacitação da equipe de enfermagem do Hospital Universitário Regional dos Campos Gerais (HURCG), da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). A organização da atividade partiu das enfermeiras Daniele Brasil, chefe do Núcleo de Segurança do Paciente, e Luciane Cabral, responsável pelo Serviço de Educação Continuada do HURG, tendo como objetivo atualizar conhecimentos sobre diversos procedimentos do ambiente hospitalar, visando à segurança e a humanização das relações com os pacientes.

De acordo com a enfermeira Daniele Brasil, cerca de 140 profissionais participaram dos dois dias capacitação. Entre os temas tratados ela destaca o protocolo para ‘cirurgia segura’, cujo objetivo é a adoção de medidas de segurança, visando à redução de incidentes durante o procedimento cirúrgico. Cita ainda o protocolo para uso consciente de roupas e materiais médico-hospitalares, cujos procedimentos envolvem a questão da segurança e do controle de infecção hospitalar.

Na abertura das atividades do segundo dia de capacitação, uma equipe do Programa de Residência Multiprofissional do HURCG desenvolveu uma dinâmica de grupo, para mostrar a importância da humanização na relação com os pacientes. De olhos fechados, enfermeiros e técnicos tiveram que se colocar no lugar de um paciente de 72 anos, internado, sem acompanhante e restrito ao leito. Todos experimentaram as sensações pela qual passa um paciente, sem poder se manifestar e nem se mexer no leito, tendo que obedecer a ordens, mesmo contra a sua vontade.

Conforme as residentes, a exemplo de qualquer outra atividade, o trabalho no ambiente hospitalar acaba se transformando numa rotina. Muitas ações se tornam automáticas e os enfermeiros e técnicos acabam fazendo suas tarefas sem sentir, sem um olhar mais humano para os pacientes. A ideia da dinâmica, segundo elas, era justamente fazer o profissional se colocar no lugar do paciente; sentir as suas angústias; imaginar que um dia ele poderá estar na mesma situação ou mesmo ter um familiar preso num leito hospitalar.

Lembrando que os participantes tiveram uma formação técnica, as residentes observaram que todos certamente aprenderam a maneira correta de trabalhar. Porém, como o trabalho se transforma numa rotina, mesmo sem perceber, acabam se tornando indiferentes à situação dos pacientes. “O paciente tem direito ao cuidado humanizado. Por isso devemos nos colocar no lugar do paciente e fazer sempre o melhor que podemos”, disseram, na sua mensagem final.

Informações da assessoria.

PUBLICIDADE

Conteúdo de marca

Quero divulgar right