Pais aprovam educação em tempo integral em PG

O projeto da escola em tempo integral, aplicado nos moldes atuais desde 2013, vem obtendo bons índices de aprovação entre pais e alunos. Hoje já são 31 escolas do município em tempo integral e a proposta da administração pública é alcançar a totalidade das escolas da rede municipal até o ano de 2020. Pais aprovam o modelo, ao deixar os filhos em um estabelecimento de ensino público com educação de qualidade, alimentação balanceada, desenvolvimento social e cultural e segurança. Enquanto isso, as crianças se engajam nos projetos pedagógicos que são desenvolvidos no modelo de currículo ampliado.
“Para nós é uma segurança saber que o filho está dentro da escola durante o dia, se alimentando bem e aprendendo. Minha filha tem dez anos e logo vai mudar para o sistema estadual de ensino, onde não há esse modelo. Acho que o ideal seria ter tempo integral até a 8ª série, muita coisa nessa juventude seria diferente se eles passassem a maior parte do dia na escola”, avalia o aposentado João Carlos Medina. A filha dele estuda na Escola Municipal Judith Macedo Silveira, que iniciou o tempo integral em 2015, com algumas adaptações na estrutura física e formação da equipe pedagógica.
Para Lidiane Mendes, mãe de uma menina com Síndrome de Down de 11 anos, foi no tempo integral da Escola Municipal Fioravante Slaviero que ela conseguiu garantir a adaptação da filha. “Minha filha passou por várias outras instituições de ensino, onde não conseguiu adaptação, nem gostava de estudar. Agora ela está sempre animada com os projetos desenvolvidos no tempo integral. Fico muito mais tranquila, porque também encontro aqui o apoio necessário da equipe escolar para o desenvolvimento dela”, conta Lidiane.
A ampliação de tempo escolar atende uma demanda do Ministério de Educação e Cultura (MEC).
Relacionamento
Nas escolas em tempo integral, até mesmo o relacionamento entre professores, alunos e pais é deferente. “Temos muito mais proximidade e chance de conhecê-los melhor, não apenas como alunos, mas como indivíduos”, conta a diretora da Escola Judith, Marcia Luzia Schastai Chociai.
Informações do Jornal da Manhã.





















