Projeto abre mais de 1 mil vagas na Prefeitura de PG

O Governo Municipal pediu urgência na aprovação de um projeto que cria mais de mil vagas na Secretaria de Saúde de Ponta Grossa. Com pareceres favoráveis das comissões de Constituição e Justiça (CCJ) e Orçamento e Finanças, a proposta deve entrar em votação na próxima semana.
De acordo com a Secretaria de Recursos Humanos (RH), as novas vagas buscam suprir o atual déficit de pessoal de apoio e equipe operacional do setor da saúde. “Todas as vagas são para a saúde e a maioria delas será preenchida por concursos já realizados em outros anos”, explicou, via assessoria. O governo ressaltou que, embora 1.256 vagas sejam abertas para vários níveis, não significa que elas serão preenchidas. “A contratação será escalonada conforme as necessidades da Prefeitura”, informou.
Conforme mensagem encaminhada à Câmara Municipal, apenas para o pessoal técnico de nível superior, 616 vagas devem ser criadas. A maior oferta será para o cargo de médicos. A Prefeitura projeta ampliar as 200 vagas existentes para 332. Já no quadro de nível médio, o aumento mais expressivo será para técnicos abrange os técnicos em enfermagem, que terão 200 novas vagas no setor público municipal. A proposta também contempla níveis práticos e pessoal de apoio, como ajudante de cozinha e zelador.
A urgência na aprovação foi solicitada devido ao vencimento de um concurso público realizado ainda em 2011. Para que o concurso não se torne inválido e os candidatos não sejam prejudicados, a Prefeitura deve ampliar as vagas e convocar os aprovados até o início de dezembro. Presidente da Comissão de Orçamento, Fiscalização e Finanças da Câmara, o vereador Rogério Mioduski (PPS) afirmou que o prazo do concurso se esgota no próximo dia 10. “Como a Secretaria de Saúde está precisando de pessoal da área médica e já houve concurso para estas vagas, o projeto tem que ser aprovado rapidamente, já que a Prefeitura tem até o dia 10 para chamar o pessoal”, disse.
Impacto será de R$ 4 milhões
Segundos estudos da Controladoria Geral do Município (CGM), o impacto das primeiras contratações deve chegar a R$ 4,4 milhões no próximo ano. O montante é referente apenas às convocações de urgência e, conforme projeção anexa ao projeto de lei, não vai comprometer a receita com a folha de pagamento. A Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) recomenda os municípios a manterem as despesas com pessoal abaixo de 51% da receita corrente líquida, com riscos de sanções administrativas em caso de descumprimento. Com a elevação da receita em 2016, a CGM espera manter os índices abaixo do limite legal.
Informações do Jornal da Manhã.





















