Comércio de PG mostra retração em setembro

O comércio de Ponta Grossa registrou nova baixa no mês de setembro. De acordo com o levantamento mensal que analisa a conjuntura do comércio das principais regiões do estado, apresentado ontem pela Federação do Comércio (Fecomércio PR), as vendas em Ponta Grossa apresentaram uma retração de 8,37% ante o mesmo mês de setembro. No ano, há uma retração acumulada de 3,51%.
Através dos números, no entanto, é possível observar que a retração municipal é inferior à estadual: no Paraná, a queda foi de 11,95%, se comparado com setembro de 2014, enquanto que no acumulado do ano a retração é de 6,8%. Entre as seis regiões analisadas, apenas duas teve um desempenho melhor que o de Ponta Grossa no mês de setembro: o Oeste, onde a queda foi de 4,42%, e Maringá, que teve uma pequena retração de 0,35%. No acumulado do ano, Maringá apresenta um desempenho melhor, com uma diminuição de 1,67% nas vendas.
No acumulado do ano em Ponta Grossa, o setor de ‘óticas, cine e som’ é o que apresenta o maior crescimento sobre 2014, de 4,25%. Este é o segundo setor que mais se destacou em setembro, com aumento nas vendas de 10,7% sobre setembro do ano passado. Na sequência aparecem os setores de livraria e papelaria, com alta de 4,25% de janeiro a setembro, depois su-
permercados (3,69%), combustíveis (2,66%) e materiais de construção (2,22%). Os outros sete itens apresentaram queda, sendo as maiores baixas dos setores de ‘móveis, decoração e utilidades domésticas’ (-20,7%) e concessionárias de veículos (-33,8%).
Proposta de horário é entregue ao sindicato dos comerciários
Após assembleia realizada terça-feira, o Sindicado do Comércio Varejista de Ponta Grossa encaminhou uma proposta com os horários especiais de Natal. Os empresários mostraram a intenção de abrir as lojas em horário estendido a partir de segunda-feira, dia 7, até às 20 horas. “Fizemos uma proposta igual à do ano passado. Mas se o comércio não reagir, fica a critério de o lojista fechar mais cedo” disse o presidente do Sindilojas, José Loureiro. O sindicato laboral, no entanto, esperava outra proposta. “Temos uma visão diferente, que não adianta deixar aberto se não tem o que vender, para quem vender”, diz seu presidente, João Vendelin Kieltyka. Agora uma reunião será realizada entre os dois sindicados para fechar um acordo.
Informações do Jornal da Manhã.





















