Casa ‘Marillac’ atende meninas em situação de risco

Ponta Grossa conta com seis instituições de acolhimentos responsáveis pelo sistema de adoção de crianças e adolescentes do município. Desempenhando um papel semelhante ao trabalho realizado no Instituto João XXIII (com meninos) e na Associação de Promoção à Menina (APAM), a Casa Santa Luiza de Marillac é uma entidade de apoio a meninas entre 12 e 18 anos em situação de vulnerabilidade social.
A instituição é coordenada pela Pia União das Irmãs da Copiosa Redenção e tem a Vila Vicentina como mantenedora, obra unida à sociedade São Vicente de Paulo. O objetivo da entidade é prestar atendimento temporário às adolescentes encaminhadas pelo Conselho Tutelar ou pela Vara da Infância e Juventude, sempre buscando o retorno à convivência familiar e comunitária.
O projeto existe há 20 anos por meio da união entre a Prefeitura de Ponta Grossa, o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, a Vara da Infância e do Adolescente, a Sociedade São Vicente de Paula e a Copiosa Redenção.
É na Marillac que a Copiosa Redenção promove a formação do ‘aspirantado’, período dedicado aos estudos religiosos para as adolescentes atendidas pela entidade. Durante esta etapa da formação religiosa, as garotas do Ensino Médio aprendem a liturgia das horas e inserção nas realidades da vida comunitária.
Ao lado da Associação de Promoção à Menina (APAM), a Marillac atua exclusivamente com meninas em situação de risco que precisam de um lar temporário enquanto aguardam o processo de adoção.





















