Prolar faz sorteio de casas do residencial Costa Rica
Nesta segunda-feira, 387 famílias do Residencial Costa Rica I, no Jardim Lagoa Dourada, souberam dos seus novos endereços residenciais, durante o sorteio da localização das casas, feita pela Companhia de Habitação de Ponta Grossa (Prolar) e a Caixa Econômica Federal, no Ginásio dos Deficientes Jamal Farjallah Bazzi. Hoje (06) e amanhã acontece o sorteio da localização das casas do Costa Rica II e Costa Rica III, que irão beneficiar, respectivamente, 386 e 354 famílias.
O sorteio contou com a presença dos novos moradores, do prefeito Marcelo Rangel, do presidente da Prolar, Dino Schrutt, do superintendente regional da Caixa Econômica Federal, Luis Henrique Borgo, do gerente regional da Caixa Econômica Federal, Júlio César Goginski, do chefe de Gabinete, Ricardo Linhares, e do secretário municipal de Assistência Social, Júlio Kuller.
Os residenciais Costa Rica I, II e III, no Jardim Lagoa Dourada, são resultados de uma parceria entre o Governo Federal, através do programa Minha Casa, Minha Vida, e o município de Ponta Grossa, e vem recebendo investimentos de cerca de R$ 76 milhões. Juntos, serão mais 1.127 novas residências entregues em Ponta Grossa. Cada família pagará por sua casa em torno de R$ 67 mil, em prestações que serão diluídas ao longo de dez anos. O valor da prestação é referente a 10% da renda familiar. Em média representa uma parcela mensal em torno de R$ 80,00.
A perspectiva é que as casas sejam entregues nos próximos meses. “Vocês estão muito próximos da concretização de um sonho, o da casa própria e isso me deixa tão feliz quanto vocês. Esta é uma nova fase de suas vidas. Vocês conquistaram e agora têm a responsabilidade de também cuidar de suas casas e do residencial”, disse o prefeito Marcelo Rangel.
Mais uma vez foi lembrado aos mutuários sobre suas responsabilidades. “A casa é de vocês. Não vendam, não aluguem, não emprestem, não cedam. Ao fazer isso, vocês perdem todo e qualquer direito sobre ela”, informou o presidente da Prolar, Dino Schrutt, que lembrou ainda sobre rígida fiscalização que vem sendo feita pela Caixa Econômica Federal.
O mutuário que vender, alugar ou ceder o imóvel fica impossibilitado de entrar em qualquer programa habitacional em todo território nacional. E esta questão é muito bem explicada no ato da assinatura do contrato com a Caixa Econômica Federal, que diz claramente: os imóveis não podem ser comercializados. Caso seja constatada a irregularidade, o contrato é cancelado, o imóvel é desocupado e repassado para outra família inscrita e selecionada pelo programa federal. Schrutt pediu a colaboração dos mutuários na fiscalização desta prática ilegal. A denúncia pode ser feita à Prolar e será sigilosa.
Informações de Erica Busnardo da assessoria de imprensa da Prefeitura de Ponta Grossa





















