Acusado de matar a tia em PG vai a júri popular
Crime aconteceu em fevereiro deste ano e, segundo o MPPR, foi cometido porque rapaz achou que tia havia denunciado sua fuga da prisão

Crime aconteceu em fevereiro deste ano e, segundo o MPPR, foi cometido porque rapaz achou que tia havia denunciado sua fuga da prisão
O rapaz acusado de matar a própria tia em fevereiro deste ano em Ponta Grossa será submetido ao júri popular. A informação foi confirmada pelo advogado Ângelo PIllati Junior, que foi contratado pela família da vítima e atua como assistente de acusação do Ministério Público do Paraná (MPPR). A mulher identificada como Luci Lirman Antunes, de 61 anos, foi asfixiada pelo sobrinho no dia 22 de fevereiro no bairro de Oficinas.
Conforme consta na acusação do MPPR, o acusado pelo assassinato foi motivado por vingança porque acreditava que sua tia teria informado a polícia sobre a fuga do sobrinho da Colônia Penal em 2012, onde cumpria pena por outros crimes. O MPPR cita ainda pelo menos quatro qualificadoras neste caso, como o motivo torpe que teria levado ao crime. Também é citado no processo que foi utilizado meio cruel e impossibilidade de defesa da vítima, já que a mulher foi asfixiada enquanto dormia.
Por fim, a entidade também sustenta que o crime foi cometido em razões da condição de sexo feminino, caracterizando-se assim um feminicídio, que também entra como qualificadora no caso. À época de sua prisão, o rapaz confessou o crime às autoridades policiais e teria, inclusive, confirmado que foi motivado por vingança.
O Poder Judiciário ainda aguarda o fim do prazo para que a defesa do acusado entre com suas alegações junto ao Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) para tentar tirar o caso do Tribunal do Júri. Caso a defesa não entre com recurso ou tenha a medida negada pelos desembargadores, a Justiça vai definir a data que será realizado o júri popular.
Relembre o caso:





















