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Rangel diz que aulas só voltam com “segurança absoluta”

Prefeito garantiu que rede municipal seguirá recomendações dos órgãos de saúde antes de decisão pelo retorno das aulas presenciais

Prefeito garante que aulas só voltam na rede municipal com autorização da Saúde
Prefeito garante que aulas só voltam na rede municipal com autorização da Saúde -

Da Redação

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Prefeito garantiu que rede municipal seguirá recomendações dos órgãos de saúde antes de decisão pelo retorno das aulas presenciais

Com pais e mães preocupados com o ano letivo de seus filhos em meio à pandemia, o prefeito Marcelo Rangel (PSDB) voltou a afirmar nesta segunda-feira (17) que as aulas na cidade só serão retomadas quando houver “segurança absoluta”. Durante a apresentação de seu programa de rádio, ele disse que a decisão será tomada pelos órgãos de saúde assim que a situação da pandemia de covid-19 estiver mais controlada em todo o país.

“A escola municipal só volta com segurança absoluta, então não precisa fazer novela em cima disso porque quem decide a hora de voltar é o COE [Comitê de Operações Emergenciais]”, revelou o gestor municipal. O COE é formado por médicos e especialistas que se reúnem todos os dias para definir os próximos passos a serem adotados pelo município no combate à propagação do coronavírus em Ponta Grossa.

O prefeito disse que ainda que não há data confirmada para o retorno das atividades presenciais, mas que o governo municipal trabalha apenas com uma previsão, uma expectativa. “Tomara Deus que a gente esteja correto de que lá em outubro as coisas estejam boas, mas se tiver algum tipo de risco, nem que seja mínimo, não vai voltar”, assegura o chefe do Executivo municipal.

“Ninguém vai ser obrigado a voltar para a escola se não tive, pelo menos, uma garantia da Saúde, dos médicos e especialistas; não é o prefeito e nem a secretária [Esméria Savelli, da Educação] quem decide”, garantiu Rangel, reforçando que tanto Ponta Grossa quanto o país não registraram o pico da doença. “Quando começou a piorar a situação da covid-19 no Brasil, chegou num platô e ficou, não teve pico”, justifica, lembrando que a pandemia “se estabilizou lá em cima” no país.

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