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Aeroporto de PG terá posto para abastecimento

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Afonso Verner

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O Aeroporto Comandante Antônio Amilton Beraldo (Santana) deverá contar, até o final do ano, com Postos de Abastecimento de Aeronaves (PAA). Eles serão instalados em quatro áreas disponibilizadas pelo município na parte externa do aeródromo, do lado direito da rua que segue em direção ao Terminal de Passageiros. As áreas serão concedidas através de contratos de concessão. As instalações fazem parte do pacote de obras necessárias para a operação dos voos comerciais no município de Ponta Grossa.

De acordo com Paulo Carbonar, Secretário de Indústria, Comércio e Qualificação Profissional (pasta responsável pelo aeroporto), empresas já demonstraram interesse de se instalar e operar no aeroporto. Contudo, pela demanda, nem todos os espaços deverão ser preenchidos “Já temos duas empresas interessadas em obterem a concessão e implantar os postos. Será um espaço para cada empresa, podendo haver até quatro. Mas, por enquanto, devem se instalar duas, até porque, de início, não cobre ter quatro”, relata.

Cada espaço tem a área aproximada de 2 mil m² (45 x 45 metros) e as empresas, após a autorização, deverão iniciar a construção em 30 dias e concluir as obras em 60 dias, sob pena de perda da concessão. “São obras mais tranquilas. Não vai precisar escavar, já que são tanques aéreos”, explica Carbonar.

O Secretário, no entanto, destaca que a conclusão dessas obras do PAA não é obrigatória para o início das operações dos voos comerciais, para os quais basta ter combustível disponível, como através de caminhões tanque, por exemplo. Para as empresas interessadas, o requerimento deverá ser encaminhado junto a Praça de Atendimento do Município até 17 de agosto.

Carbonar afirma que tudo está encaminhado no local, com as obras do terminal de passageiros 90% concluídas, e que a data de 15 de outubro está mantida para o início dos voos comerciais, através da Azul, com dois voos diários para Campinas.

Estrutura precisa de equipamentos

Sobre a necessidade da compra dos equipamentos obrigatórios que faltavam para o início dos voos comerciais (para a inspeção de passageiros, adequação do embarque e desembarque com sistema de som, esteira para a bagagem, EPI para os bombeiros), que totalizam aproximadamente R$ 400 mil, Carbonar disse que a prefeitura está fazendo os ajustes. “Está sendo ajustado, via procuradoria, a melhor maneira para que o recurso venha para o município. Mas, nessa semana, devemos resolver isso”, completa, afirmando que os empresários mantém a intenção de auxiliar o município nas aquisições.

Informações do Jornal da Manhã

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