Ato terá distribuição de máscaras e álcool em gel
Organizadores dizem que vão distribuir máscaras e tubos de álcool em gel para todos os participantes

Organizadores dizem que vão distribuir máscaras e tubos de álcool em gel para todos os participantes
Mesmo depois do presidente Jair Messias Bolsonaro (sem partido) ter pedido o cancelamento dos atos pró-governo marcados para esse domingo (15), os organizadores decidiram manter o manifesto em Ponta Grossa. De acordo com Gustavo Martinkoski, um dos organizadores do evento, os participantes receberão máscaras e tubos em álcool em gel para diminuir o risco de transmissão do novo coronavírus, o Covid-19.
“Vivemos um momento muito delicado em todo o mundo, mas aqui em Ponta Grossa decidimos manter a manifestação com o fornecimento de máscaras para todos os manifestantes e tubos de álcool em gel”, diz o organizador, Gustavo afirma ainda que a medida deverá garantir a segurança dos manifestantes. “Vamos nos reunir com pessoas técnicas do campo da Saúde para alinhar outras ações a serem tomadas”, destacou.
O ato pró-Bolsonaro deve acontecer na praça Barão de Guaraúna, conhecida como Praça dos Polacos, no Centro de Ponta Grossa. O planejamento prevê a reunião dos manifestantes a partir das 15h deste domingo e, em seguida, uma passeata pela avenida Vicente Machado, em direção ao Parque Ambiental - onde deverá haver uma concentração final dos manifestantes. Em outras datas, manifestações semelhantes levaram um grande número de pessoas à Vicente Machado
O manifesto foi convocado após a relação entre o governo Bolsonaro e o Congresso ‘azedar’ na discussão sobre o orçamento da União. Os atos foram insuflados por uma declaração do ministro general da reserva, Augusto Heleno, segundo a qual o governo estaria sendo “chantageado pelo Congresso”. Desde então, grupos bolsonaristas convocam a manifestação contra parlamentares com ações em várias cidades brasileiras.
Ato democrático
Gustavo Martinkoski, liderança do movimento ‘Endireita Ponta Grossa’, também participa da organização do protesto e destaca que o movimento é “democrático”. “Esse ato parte das pessoas que estão cansadas das velhas práticas políticas, as pessoas estão cansadas da conduta de velhos líderes que tem atrasado o Brasil. O movimento é contra a velha política, contra os ‘acordões’, além de também tratar da própria prisão em segunda instância”, disse Martinkoski.





















