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Pauliki, Plauto e Péricles buscam soluções para o Evangélico

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Os deputados estaduais Marcio Pauliki (PDT), Plauto Miró Guimarães Filho (DEM) e Péricles de Mello (PT), eleitos pelos Campos Gerais, uniram forças para tentar solucionar os problemas encontrados no Hospital Evangélico. Entre as dificuldades encontradas está a estrutura precária, falta de pessoal e sobrecarga de trabalho. A situação acabou levando o Hospital Evangélico a cancelar atendimentos na região. Os deputados se colocaram à disposição direção do hospital e estão trabalhando juntos para encontrar soluções.

O Pacto pela Saúde proposto Pauliki é fruto de três meses de estudos técnicos e já havia identificado alguns problemas no Hospital Evangélico. “Saúde é uma das prioridades do meu mandato. Percorri todos os hospitais da região e a situação do Evangélico é realmente preocupante. Acredito que com muita técnica e com a união de forças dos deputados que representam Ponta Grossa, poderemos trazer soluções”, afirma. Pauliki garante que cobrará providências para que o hospital possa oferecer um atendimento digno aos pacientes. “Uma das minhas sugestões é a realização de partos de alto risco no Hospital Regional. Essa pode ser a semente de uma futura maternidade na entidade", frisa. A Secretaria de Saúde e o Hospital Regional já estão promovendo reuniões para atender a demanda.

Plauto reafirma a importância do Hospital Evangélico para a região dos Campos Gerais pela capacidade de fazer atendimentos de risco intermediários. “Estamos atentos às necessidades do Hospital Evangélico, tanto que solicitamos recentemente o repasse de uma Central de Esterilização e aparelhos para estruturar a sala de estabilização de recém-nascidos que eventualmente necessitem de uma UTI”, conta.  Para reforçar esse pedido, já foi agendada uma audiência na Secretaria Estadual da Saúde para a próxima semana. “Toda a união de esforços em prol da saúde é uma obrigação de quem se dispõe a representar a população”, enfatiza.

“A situação do Hospital Evangélico de Ponta Grossa é grave. Pacientes, assim como funcionários e a diretoria da casa de saúde apontam inúmeras irregularidades nas condições de atendimento e trabalho”, relembra Péricles. No dia 21 de julho, foi anunciada a redução nos atendimentos feitos pelo hospital, passando a atender somente a população de Ponta Grossa e nenhum município vizinho. “A situação precária da maternidade do estabelecimento é absolutamente lamentável e levou à morte recente de um bebê após o parto. Acredito que todos os líderes políticos da região precisam se unir nesse momento para solucionar esses problemas que atingem direta e duramente a população”, destaca.

Informações da assessoria.

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