Joice se defende de acusações: ‘levo Ponta Grossa no coração’ | aRede
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Joice se defende de acusações: ‘levo Ponta Grossa no coração’

Em vídeo, deputada federal explicou declaração onde afirmou ter saído de ‘favela rural’ e afirmou que frase dita em entrevista foi tirada do contexto.

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Da Redação

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Em vídeo, deputada federal explicou declaração onde afirmou ter saído de ‘favela rural’ e afirmou que frase dita em entrevista foi tirada do contexto.

A deputada federal Joice Hasselmann (PSL) gravou um vídeo para se posicionar a respeito da declaração em que teria dito que saiu de uma ‘favela rural’ para chegar onde chegou. Natural de Ponta Grossa, a deputada afirmou que a frase, publicada em uma entrevista na edição do último final de semana do jornal Correio Braziliense, foi retirada do contexto original.

“É inacreditável como o mau-caratismo é usado para a produção de notícias falsas. Fiquei sabendo que tem gente muito mal intencionada que usou uma frase fora do contexto pra tentar dizer que eu chamei minha cidade natal de favela. Isso é um desrespeito com minha história e minha cidade”, disse a deputada, em vídeo encaminhado pela assessoria de imprensa à pedido do portal aRede.

“Contei como foi minha infância, de pobreza, sim. Passei fome? Passei. Lá onde estava, em uma região semi-rural de extrema pobreza, para chegar aqui onde cheguei e sem ter vergonha de assumir minha história”, contou. A deputada ainda fez uma analogia para se explicar: “é como se dissesse que morou em uma mansão e transformasse o município inteiro em uma mansão. Isso não existe”.

Por fim, Joice Hasselmann ainda afirmou ter muito respeito pela cidade natal. “Nasci em Ponta Grossa e levo Ponta Grossa no meu coração e no meu peito para onde quer que eu vá. Não vou permitir que nenhum mau-caráter ataque a minha história e a minha cidade”, completou.

Entenda

Na entrevista, a deputada afirmou que saiu da ‘favela rural’ na infância para buscar um futuro melhor. Na declaração, Joice destaca dificuldades quando criança e momentos difíceis ao lado da família. “As pessoas falam que tenho cara de dondoca... Eu trabalhei muito para chegar aqui. Saí da favela rural para chegar onde cheguei. Estudei nas piores escolas que se pode imaginar, só escola pública. Vivi uma situação em casa que muita gente não conseguiu superar, que é a violência extrema, alcoolismo do pai, violência do pai com a mãe. Eu cresci e um ambiente hostil e tinha duas opções: ou virava parte daquilo ou rompia com aquilo”, contou, sem dar mais detalhes sobre o caso.

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