PG abre 153 novas vagas de emprego em 2015

Ponta Grossa registrou um saldo negativo na geração de empregos no mês de maio. De acordo com os números apresentados pelo Ministério do Trabalho e Emprego, através do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), as 3.050 admissões e os 3.212 desligamentos durante o mês de maio resultaram num déficit de 163 postos de trabalho. Entre os oito setores, o da indústria foi o que mais fechou postos, 202, seguido pelo comércio, com 79 fechamentos. O que mais contratou foi a construção civil (55) e a agropecuária (25).
No acumulado do ano (janeiro a maio), Ponta Grossa registra um saldo de apenas 151 novas vagas criadas. O desempenho coloca a cidade atrás de cidades menores, como Arapongas (552), Castro (569), Cianorte (467), Cornélio Procópio (344), Medianeira (968), Palmas (573), Pitanga (163), Telêmaco Borba (643), entre outros. Maringá, Londrina e Cascavel geraram mais de 2 mil vagas, cada, neste ano.
O Secretário de Indústria, Comércio e Qualificação Profissional, Paulo Carbonar, revela que a ‘estabilidade’ na geração de empregos se deve às características municipais. “Ponta Grossa é a sétima cidade no PIB do comércio. Nosso emprego é mais na indústria, que é mais estável. O PIB de Londrina e Maringá e Londrina é o dobro do nosso no comércio, e a prestação de serviço nossa não é tão forte como a deles. Mas quando as novas indústrias começarem a produzir, as coisas vão caminhar e gerar os empregos que precisamos”, avalia.





















