Três cursos da UEPG conseguem liminar para voltar às aulas

Alunos últimos anos dos cursos de Farmácia, Educação Física e Engenharia Civil da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) também conseguiram uma mandado de segurança para garantir o retorno às aulas. A decisão foi tomada ontem (18) pela juíza Luciana Virmond Cesar da 2ª Vara da Fazenda Pública do Estado do Paraná. Os estudantes de Direito, Medicina e Odontologia já haviam conquistado mandados de segurança semelhantes.
A UEPG ainda não foi oficialmente notificada sobre o novo mandado de segurança. Entre os argumentos expostos pelos estudantes para pedir o retorno às aulas estão o fato de serem acadêmicos do último ano, além dos prejuízos causados pela suspensão do calendário acadêmico de 2015 da instituição, prejuízo financeiro com as festividades de formatura já agendadas e também prejuízo dos convênios que a Universidade firmou com empresas da iniciativa privada.
Diante do exposto, DEFIRO a liminar pleiteada para o fim de suspender os efeitos da Resolução UNIV n° 005/2015 e determinar a retomada do calendário letivo em exercício para os últimos anos dos cursos de Educação Física, Engenharia Civil e Farmácia, com manutenção de todas atividades pertinentes, inclusive estágios e dependências, até ulterior determinação.
A decisão não determina o dia exato do retorno às aulas.
Decisão similar foi questionada no meio jurídico
As liminares que permitiram o retorno das aulas nos cursos de Medicina e de Direito da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) geraram debate e polêmica no meio jurídico. Advogados e juristas usaram as redes sociais para se manifestar sobre as liminares emitidas pela 1ª Vara da Fazenda Pública que garantiram o retorno às aulas mesmo com o calendário acadêmico suspenso.
Greve segue sem previsão de término
Mais uma reunião terminou sem acordo entre os representantes dos professores da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) e os representantes do Governo do Estado. O encontro aconteceu na sede da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti) em Curitiba e greve deverá continuar nas universidades por tempo indeterminado.





















