Orquestra Sinfônica de PG abre temporada hoje

Uma melodia singular e repetitiva. Falando assim, não parece ser muito atraente para se ouvir. Porém, este é justamente o encanto do ‘Bolero de Ravel’, uma das obras primas da música do século XX e que será executado pela Orquestra Sinfônica Cidade de Ponta Grossa (OSPG) hoje, dia 13, às 20h30, no auditório A do Cine-Teatro Ópera.
Com direção artística e regência do maestro Jorge Augusto Scheffer, a peça deve entrar para a história da OSPG por sua importância e pelo sucesso de público e crítica em todo o mundo.
O ingresso para a apresentação pode ser trocado por um livro de literatura (não vale livros técnicos, de estudo, religiosos, listas telefônicas, revistas e dicionários), no Supermercados Tozetto do Jardim Carvalho. Os livros serão doados ao Projeto Pegaí – Leitura Grátis, iniciativa sem fins lucrativos e que coloca à disposição dos leitores livros gratuitos em locais públicos.
O concerto terá ainda as obras ‘Carmen’ (prelúdio do Ato I), de Georges Bizet, ‘Cavalleria Rusticana’ (intermezzo sinfônico), de Pietro Mascagni, ‘Sonata em Sol Menor’ (III e IV movimentos), de Henry Eccles, ‘Allegro Appassionato’ (Opus 43), de Camille Saint-Saens, ‘Serenata’, de Franz Schubert, ‘Meditation’ (Intermezzo do Ato II da Ópera Thais’, de Jules Massenet, ‘Eine Kleine Nachtmusik’ (Allegro), de Mozart, e ‘Sabre Dance’ (do Ballet Gayane), de Aram Khachaturian.
Corpo artístico mantido pela Fundação Municipal de Cultura, a Orquestra Sinfônica traz ao palco 53 músicos, entre bolsistas, estagiários e convidados. Algumas obras serão soladas por Eric Hilgenstieler (contrabaixo), Anna Letícia Mendes Finger (violoncelo), Caio Alexandre Mey (viola) e Dhiego Lima (violino).
O concerto tem o apoio do Supermercados Tozetto, Projeto Pegaí – Leitura Grátis, Conservatório Maestro Paulino e Banda-Escola Lyra dos Campos.
Saiba mais sobre o espetáculo
Composta entre julho e outubro de 1928 por Maurice Ravel, a obra foi criada a pedido da bailarina Ida Rubistein, que encomendou um ballet a caráter espanhol. A estréia aconteceu em 22 de novembro do mesmo ano, na Ópera Garnier, em Paris. Sua duração, em média, é de 14 minutos, sendo considerado “o mais longo crescente do mundo”, além de ser a obra-prima de Ravel. Em 1980, a peça se popularizou mais a partir de uma coreografia reproduzida no filme “Retratos da Vida”.
Informações do Jornal da Manhã.





















