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Câmara de PG aprova moção de repúdio contra Richa

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Os vereadores aprovaram, na sessão desta segunda-feira (11), moção de repúdio ao governador Beto Richa (PSDB), em decorrência do conflito entre policiais militares e manifestantes, no último dia 29 de abril, no Centro Cívico. A moção foi apresentada pelo vereador Antônio Aguinel (PCdoB), líder da Oposição na Casa, e contou com a assinatura de outros parlamentares. As informações são do Blog do Doc.Com.

Outras moções

Também foi aprovada moção de repúdio ao ex-secretário de Educação, Fernando Xavier Ferreira, ao ex-secretário de Segurança Pública, Fernando Francischini, e ao secretário de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, João Carlos Gomes. Todos pelo mesmo motivo da moção de repúdio ao governador.

Contra alteração na Paranaprevidência

Uma outra moção de apelo também foi endereçada ao governador, em que é solicitada a revogação da lei que altera o Paranaprevidência, alvo dos protestos dos funcionários públicos estaduais no movimento de 29 de abril.

Servidores acompanharam

Vários parlamentares discursaram contra a atuação das pessoas alvo das moções de repúdio. Beto Richa e Francischini foram os mais criticados. Teve quem defendeu o secretário João Carlos Gomes, como Antônio Laroca Neto (PDT), mas não foi o suficiente para convencer a maioria do plenário. Dezenas de professores e funcionários públicos estaduais estiveram na sessão para acompanhar a votação, o que fez ‘inflamar’ ainda mais os discursos contra os repudiados.

E as consequências?

Resta saber qual será a consequência da aprovação dessas moções de repúdio. Beto Richa é cidadão honorário de Ponta Grossa, com título aprovado pela própria Câmara, e sempre manifestou ter um carinho especial pela cidade, diante das expressivas votações que alcançou nas eleições em que se candidatou ao Governo do Estado.

Atitude pesada

Repudiar uma pessoa é uma atitude pesada, que pode mexer com egos e, em última instância, prejudicar a população, que nada tem a ver com o embate entre PMs e servidores. Afinal de contas, quem tem a caneta na mão pode ou não usá-la. Assim é a política. Quando a Câmara aprovou moção de repúdio ao ex-governador Roberto Requião (PMDB), por conta do episódio do fechamento do curso de medicina da UEPG, é sabido que a cidade sofreu retaliação política por parte do ex-governador. Os ponta-grossenses esperam que o mesmo filme não volte a se repetir.

Aplauso

O secretário João Carlos Gomes, que pouco teve envolvimento no episódio de 29 de abril, pode ter sido alvo da moção de repúdio por questões políticas, pois é cotado como um pré-candidato à Prefeitura Municipal. Há quem diga que somente pelo trabalho desempenhado como reitor da UEPG, João Carlos, que é professor, mereceria uma moção de aplauso, e nunca de repúdio, Coisas da política!

Visões distintas

Aguinel foi orientado a repudiar o ato praticado pela PM no confronto com os servidores, e não as pessoas envolvidas, mas não acatou, optando pelo lado pessoal. Uns consideraram falta de experiência, enquanto outros falaram em necessidade de tirar o foco das acusações que enfrenta no Ministério Público, de suposta divisão de salários com assessores do seu gabinete.

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