Carro queimado pode ter ligação com chacina em PG
Automóvel foi encontrado queimado nas proximidades do Mosteiro da Ressurreição no bairro Chapada

Automóvel foi encontrado queimado nas proximidades do Mosteiro da Ressurreição no bairro Chapada
Foi localizado, nesta segunda-feira (16), o carro possivelmente utilizado na chacina da noite deste domingo (15), no Santa Luzia. O veículo é um Ford Ka, e foi encontrado em uma área de plantação, nas proximidades do Mosteiro da Ressurreição, lugar relativamente próximo do local do crime, também no Bairro Chapada. O carro foi localizado completamente queimado e passará por exame pericial.
O crime ocorreu por volta das 20h30, na rua Santo Antônio. Quando o casal parou o automóvel para entrar no imóvel, o veículo foi alvejado por mais de 50 tiros. O crime vitimou Robson de Freitas Ferreira, 31 anos, a esposa Daniele Ferreira, 27 anos, e o filho do casal, Robson Brenno de Freitas Ferreira, de apenas 6 anos de idade.
No carro tinham outras três crianças, e mais um adulto. Duas crianças, um menino de dois anos de idade e uma menina de quatro anos, estão internadas no Hospital Regional dos Campos Gerais. As vítimas estão em observação no Pronto Atendimento (PA). Outra criança de dois anos de idade chegou a ser levada ao Pronto Socorro Municipal (PSM), mas sofreu apenas escoriações e foi liberada após o atendimento. O outro adulto era uma mulher de 26 anos, que sofreu escoriações com estilhaços em uma das mãos, a qual também foi atendida e passa bem.
Crime pode ter sido ‘acerto de contas’.
A Polícia Civil acredita que o atentado registrado no Santa Luzia, na noite deste domingo (16) em Ponta Grossa, trata-se de um ‘acerto de contas’. De acordo com o delegado Nagib Nassif Palma, chefe da 13ª Subdivisão Policial, todos os indícios levam a crer que o crime é motivado por envolvimento criminal. De acordo com Nagib, Robson tinha envolvimento com roubos, associação criminosa, roubo de caixas eletrônicos, tráfico de drogas e usava tornozeleira eletrônica. “Todos os indícios nos mostram que o crime foi motivado por um acerto de contas que vem no mundo do crime. A Polícia Civil segue trabalhando e contamos com a ajuda da população para denunciar e nos passar informações sobre o caso”, disse Nagib.





















