PG trabalha para evitar superlotação de cemitério
O Cemitério Vicentino de Ponta Grossa começa um trabalho de prevenção contra possíveis casos de superlotação. No local existem 26 mil túmulos e, destes, apenas 200 espaços não estão sendo utilizados. Para evitar uma possível superlotação, a diretoria do Serviço Funerário de Ponta Grossa começa a trabalhar na construção de um ossário – espaço para depositar os restos mortais após o processo de decomposição dos corpos.
O ossário serve como forma de amenizar o excesso de corpos no cemitério. O trâmite funciona com a publicação de nomes, no Diário Oficial da Prefeitura, por três dias seguidos. São os nomes de falecidos há mais de 40 anos - entre 31 de maio de 1975 e 26 de março de 1976 - com os corpos intocáveis que teriam seus restos mortais transferidos para o ossário, caso as famílias não tenham interesse em transferir para um cemitério particular. A transferência pode ser realizada durante 90 dias após a publicação dos nomes no Diário Oficial.
“Nós não fazemos nada sem as famílias. Elas vêm aqui e fazem o processo para o translado e designam para onde vai o corpo”, afirma o Diretor do Serviço Funerário, José Ricardo Martins. Outro processo adotado no Cemitério Vicentino para amenizar a superlotação foi a construção de gavetas verticais – sendo que 500 já estão ocupadas e outras 500 ainda estão em construção. A gaveta vertical acelera o processo de decomposição do corpo, com isso a retirada dos restos mortais pode ser realizada em menor tempo. Nesses casos, o serviço funerário notifica as famílias que em três anos o corpo já pode ser retirado. Porém, mesmo as gavetas verticais não dariam conta do fluxo de corpos.
Os nomes de 300 falecidos no período foram publicados no Diário Oficial do município ontem (06), hoje (07) e amanhã (08). A lista pode ser vista através do site da Prefeitura de Ponta Grossa.
Com informações do Jornal da Manhã.





















