Unimed e Grupo MM firmam parceria para planos de saúde

A insegurança econômica provocada pelo atual contexto político do país reflete diretamente nas expectativas dos empresários. Com uma possível crise, muitas organizações adotam medidas para a redução imediata de custos, como demissões ou corte de benefícios, o que acaba refletindo negativamente na vida de profissionais. Em um cenário de redução de despesas, a motivação dos colaboradores é afetada pelo desânimo e desconfiança.
De acordo com o economista Emerson Hilgemberg, as empresas devem, primeiramente, entender a situação em que se encontram para poder decidir a melhor forma de lidar com os contratempos financeiros. “É preciso identificar o que o mercado está fazendo. Quanto mais concorrido, mais o empresário tem que reduzir custos para sobreviver. Quanto menos concorrido for, é possível trabalhar com margens maiores, contratar mais e tratar melhor a mão de obra já existente. Mas tudo vai depender de como está o mercado e como está cada empresa, que vai trabalhar de acordo com o contexto em que ela está inserido”.
Fatores motivadores
Enquanto a estabilização também depende de forças externas, que fogem da atuação direta das organizações, alguns recursos podem auxiliar os empresários.
Um deles, é implantar ou manter a política de benefícios oferecidos aos trabalhadores, que pode afetar diretamente a retenção de talentos. “Quando se está inserido em um segmento que exige pessoas com perfil diferenciado, certamente será preciso trabalhar de maneira diferenciada e os incentivos passam a ser essa diferença”, avalia Hilgemberg.
O ganho indireto do trabalhador, proporcionado pela oferta de vale-refeição, vale-transporte, seguro de vida, plano odontológico, plano de saúde e outros incentivos, reforça as mudanças enfrentadas pelas organizações, que visam à valorização maior do capital humano.
O pacote de benefícios varia de um segmento para outro. O economista recomenda que se trabalhe com aquele que seja coerente com a estrutura de custos de cada empresa.
Diversos estudos têm mostrado que a motivação do colaborador está diretamente ligada à produtividade e, para o economista, essa pode ser uma ferramenta na oferta de benefícios, como incentivo para que empresa e colaborador atuem juntos na superação das dificuldades. “O grande desafio é continuar mantendo as pessoas motivadas sob pressão. É preciso mantê-las motivadas ao mesmo tempo em que todos têm metas a cumprir, concorrência para enfrentar e mercado para preservar. Uma alternativa, seria trabalhar com a produtividade. Por exemplo, o colaborador atinge determinadas metas e recebe o benefício, como uma contrapartida clara”, analisa.
Otimismo
Após estudar a conjuntura global em que se encontra, o Grupo MM preferiu enfrentar a turbulência econômica apostando no potencial dos colaboradores. A empresa acaba de fechar uma parceria com a Unimed Ponta Grossa, em que oferece, pelo sistema de adesão, plano de saúde para os mais de dois mil funcionários.
Segundo Emílio Griski, diretor geral do Grupo, o capital humano é o ponto-chave na superação dos obstáculos que podem ser provocados pelo cenário econômico. “Na crise, nós temos que criar algo diferente. No momento em que o mercado reduz e que o bolo fica menor, temos que procurar não perder a nossa fatia desse bolo, desse espaço do mercado. Nossos colaboradores são a razão do nosso negócio, porque sem eles nós não somos nada. Assistindo-os melhor, acreditamos que os teremos mais motivados para que possam superar qualquer dificuldade que possa surgir.”
Para o diretor de Mercado e Desenvolvimento da cooperativa médica, Francisco Carlos de Moraes, poder contar com um plano de saúde está diretamente ligado ao rendimento. “O funcionário trabalha mais confiante, sabendo que ele e a família estão mais seguros e assistidos no que tange ao atendimento em saúde. Com isso, é possível fidelizar todo o recurso humano de que a empresa dispõe”, finaliza.
Informações da assessoria.





















