Ato marca 'luto' dos professores pela educação no Paraná
Os atos da Polícia Militar no Centro Cívico de Curitiba e a decisão dos deputados estaduais pela aprovação do projeto de lei 252/2015 foram alvos de protestos dos professores em Ponta Grossa. Durante a tarde desta quinta-feira (30), docentes da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) e professores da rede pública estadual simbolizaram o estado de luto pela educação do Paraná.
A manifestação aconteceu na Praça Barão de Guaraúna – conhecida como Praça dos Polacos – no centro da cidade e contou também com a participação de alunos descontentes com a situação atual do governo em relação à educação. O ato foi marcado com faixas, cartazes e, principalmente, pelos manifestantes vestidos de preto e por um caixão – onde os professores ‘enterraram’ a educação do estado. Na sequência, os manifestantes caminharam pela Rua Balduíno Taques e Avenida Vicente Machado, dirigindo-se até o Terminal Central.
Com gritos de ordem, o protesto chamou a atenção da população para o descaso do governo com os professores na última quarta (29). O Centro Cívico de Curitiba transformou-se em um palco de guerra durante a tarde de ontem, quando representantes da categoria e outros funcionários públicos protestavam do lado de fora da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) e foram hostilizados pela Polícia Militar – que fazia a segurança do prédio público.
Ao todo, cerca de 200 professores ficaram feridos. A PM utilizou bombas de gás lacrimogênio, spray de pimenta, balas de borracha e outros instrumentos durante a ação. Os professores manifestavam contra o projeto de Lei 252/2015, aprovado na Alep e que prevê mudanças na Previdência do funcionalismo público.





















