Novos Malandros fazem show no Dia Nacional do Choro | aRede
PUBLICIDADE

Novos Malandros fazem show no Dia Nacional do Choro

Imagem ilustrativa da imagem Novos Malandros fazem show no Dia Nacional do Choro
-

A Rede

@Siga-me
Google Notícias facebook twitter twitter telegram whatsapp email

Nesta quinta-feira (23), é comemorado em todo o país o Dia Nacional do Choro. Em Ponta Grossa, a data não vai passar em branco. Uma parceria entre o Grupo Novos Malandros e a Fundação Municipal de Cultura vai oferecer à população um show gratuito com muita música brasileira. A apresentação começa às 19h, na Estação Arte (antigo Mercado da Família, em frente ao Terminal Central).

O show com os Novos Malandros, que deve contar com algumas participações especiais, vai relembrar alguns dos clássicos do gênero, utilizando violão, pandeiro, cavaco, flauta, saxofone e tantan. Criado em 2007, o grupo é formado por Nicolas Pedroso Salazar (flauta, sax e pandeiro), Sérgio Falcão (violão e vocal), Arajan Cunha (tantan e pandeiro) e Fabrício Cunha (cavaco, violão, pandeiro e vocal).

O Dia Nacional do Choro foi instituído pela Lei nº 10.000, de 4 de setembro de 2000, em memória do nascimento do compositor Alfredo da Rocha Viana Júnior, o Pixinguinha. Considerado o ‘pai do choro’, Pixinguinha (1887-1973) dedicou-se cedo à música, tornando-se um exímio flautista e saxofonista. Deixou, entre os inúmeros clássicos, arranjos e interpretações, canções como ‘Carinhoso’, ‘Lamento’, ‘Rosa’, ‘1 x 0’, ‘Ainda Me Recordo’, ‘Proezas de Solon’, ‘Naquele Tempo’, ‘Vou Vivendo’, ‘Abraçando Jacaré’, ‘Os Oito Batutas’, ‘Sofres Porque Queres’, ‘Fala Baixinho’ e ‘Ingênuo’.

Pixinguinha foi o principal destaque do chorinho no século XX. Porém, já no século XIX o gênero entra na cena musical brasileira, com compositores como Callado, Anacleto de Medeiros, Chiquinha Gonzaga e Ernesto Nazareth. Inicialmente, o gênero mesclava elementos da música africana e européia e era executado principalmente por funcionários públicos, instrumentistas das bandas militares e operários têxteis. Segundo o pesquisador José Ramos Tinhorão, o termo ‘choro’ resultaria dos sons plangentes, graves (baixaria) das modulações que os violonistas exercitavam a partir das passagens de polcas que lhes transmitiam os cavaquinistas, que induziam a uma sensação de melancolia.

Informações da assessoria.

PUBLICIDADE

Conteúdo de marca

Quero divulgar right